Dieta Natural para Cães Idosos

Contanto que estejam saudáveis, cães de todas as idades podem ser alimentados com a dieta natural tradicional, à base de meaty bones, carnes, vísceras, vegetais e os opcionais suplementos. Os idosos não são exceção. Aliás, fico feliz ao receber e-mails de interessados em oferecer uma dieta caseira natural aos seus cães idosos! Veja abaixo, os principais benefícios da dieta natural para os caninos da terceira idade:
- A Alimentação Natural não contém - ou quase não contém - aditivos químicos como conservantes, palatabilizantes, corantes, etc. (Digo quase porque alguns alimentos podem ter aditivos, como o iogurte comercial, que contém sorbato de potássio.)
- Por ser fresca e variada, a dieta fornece uma infinidade de nutrientes preciosos no seu estado natural. É o caso dos antioxidantes, que aumentam a imunidade e auxiliam no combate a doenças crônicas e surgimento de tumores.
- A dieta é altamente palatável, o que ajuda a driblar aquela ocasional inapetência dos velhinhos.
- Dietas caseiras contêm bastante umidade - água - o que dilui a urina e estimula a micção, reduzindo o risco de formação de cálculos e infecção urinária.
- O moderado a alto teor de proteínas nobres e de alta digestibilidade minimiza a perda de massa muscular que ocorre na idade avançada.
Formulação e suplementos
A formulação da Alimentação Natural para cães idosos não difere muito da dieta indicada para cães adultos. Veja abaixo algumas sugestões de formulação:
Opção 1 - indicada para cães velhinhos no peso ideal, pouco ativos e/ou acima do peso
60% meaty bones
20% carnes
20% vegetais
Opção 2 - indicado para cães velhinhos ativos ou com subpeso
50% meaty bones
20% carnes
10% vegetais
20% carboidratos

Hannah, da leitora Paula, saboreia um meaty bone
Quanto oferecer?
Em geral, um cão deve comer ao redor de 2,5 a 3% de seu peso ideal. Ou seja, se meu cão pesa 12kg, mas deveria pesar 10kg, faço o cálculo em cima do peso que seria ideal para ele, os 10kg. Isso ajuda a emagrecer um cão com sobrepeso ou obeso. Entretanto, como biologia não é matemática, será preciso ficar de olho no peso do cão. Se ele engordar, reduza um pouco a porcentagem e vice-versa.
Ingredientes
Meaty Bones
Se os dentes do cão velhinho estiverem saudáveis, ele poderá receber meaty bones variados, como dorsos, pés, pescoços, asas e coxas de frango ou de peru, e até meaty bones de animais maiores (”pés” de porco, peito de boi, etc), caso seja de porte médio ou grande. Para saber mais sobre o que são os meaty bones e o papel deles na Alimentação Natural, consulte esse nosso artigo.
Entretanto, muitos cães idosos apresentam dentes fragilizados ou ausência de dentes em função de doença periodontal. Para esses cães o consumo de peças como o dorso de frango pode ser um tanto quanto difícil. O pescoço de frango, por ser mais molinho, é uma alternativa. Se o cão for de porte pequeno, pode ser interessante oferecer o pescoço cortado em pedaços, ou cortá-lo e em seguida moê-lo no mixer ou liquidificador.
Aliás, acho que com exceção dos pés de frango, qualquer meaty bone de ave pode ser moído. Mesmo os dorsos e asas. Quando minhas Goldens eram filhotinhas e estavam em fase de adaptação à dieta natural, eu processava meaty bones usando um pequeno mixer. As asas eu batia antes com um martelo de cozinha, para fragilizar os ossos e facilitar a trituração. E o pescoço e dorso de frango eu cortava em pedaços. Como o dorso é um pouco duro, uso uma faca grande e afiada e bato sobre a faca com um martelo de cozinha. Com cada martelada, a lâmina vai entrando e cortando a peça rapidamente.
Observações:
Os meaty bones devem sempre ser oferecidos crus. O cozimento altera a composição dos ossos. Ao serem quebrados na mastigação, os ossos cozidos formam farpas rígidas e de difícil digestão, que podem perfurar o trato digestório dos cães ou causar obstruções. A única exceção a essa regra são os pescoços de frango, cujos ossos circulares e moles não se tornam potencialmente perigosos para o consumo com cozimento de leve a moderado.
Muitos cães banguelas ou mesmo completamente sem dentes apreciam “mascar” um osso com as gengivas. Oferecer um bom osso recreacional uma vez por semana ou a cada dez dias para esses cães promoverá a massagem das gengivas, além de muita distração. Essa dica é do Tom Lonsdale, o veterinário australiano que desenvolveu uma das primeiras modalidades de AN, a Raw Meaty Bones.
Carnes
As carnes sempre entram em menor proporção na dieta em relação aos meaty bones. Isso garante o equilíbrio entre os minerais cálcio e fósforo que precisam ser ingeridos numa proporção de 1:1, em média (até pouco tempo, acreditava-se que uma proporção de 2 cálcio para 1 fósforo era o indicado). Nossa sugestão é que seja adotada uma proporção de até 25% de carnes na dieta. Por “carnes” entende-se fonte de proteína animal de boa qualidade, sem ossos.
Ou seja, você pode oferecer carne bovina, frango, carne suína, peixes (crus ou moderadamente cozidos), carnes exóticas, queijo branco, ovos (crus ou levemente cozidos, para minimizar perdas nutricionais) e vísceras (fígado, rins, bucho, moela). Apesar de serem muito nutritivas, as vísceras são gordurosas e podem soltar o intestino se oferecidas em grande quantidade. Por isso sugerimos que não mais do que 10-15% da dieta seja composta por vísceras.
Carnes, ovos, vísceras e peixes crus são infinitamente mais nutritivos e contêm maior teor de umidade. Carnes de boa procedência, quando submetidas a temperatura de -18 graus em freezer, por 72 horas, ficam livres de protozoários e cistos de helmintos (parasitos) e podem ser oferecidas cruas sem problemas. Entretanto, se o cão não aceitar esses alimentos crus, eles podem ser submetidos à uma escaldagem ou cozimento leve no vapor, grill, forno ou panela com pouca água para que se tornem mais saborosos e atraentes sem perda significativa de nutrientes.
Vegetais
Legumes não são uma parte essencial da dieta. Mas sua infinidade de nutrientes e fibras são sempre muito bem-vindos.
Digerir vegetais não é a especialidade de carnívoros como os cães. Por isso, não importa se o cão é filhote, adulto ou velhinho: sempre liquidifique os legumes crus, usando mixer ou liquidificador. Com isso você obterá um “purê” de legumes que é mais saboroso e mais fácil de digerir. Os únicos legumes que não devem ser oferecidos crus são tubérculos como as batatas, a mandioquinha e o inhame. Como o cozimento também torna os legumes mais atraentes e fáceis de digerir, principalmente no caso desses tubérculos, não é necessário liquidificar os vegetais cozidos.
Muitos cães, entretanto, torcem os focinhos para os legumes e verduras. Existem algumas maneiras de convencê-los a não recusar os verdinhos. Tome partido do fato de que os legumes estão em forma de purê e lambuze as carnes e os meaty bones com essa papa de vegetais. A maioria dos cães é louca pelas carnes e vai lamber o purê de vegetais para comer as carnes “limpinhas”. Se mesmo assim ele se recusar a comer os vegetais, cozinhe-os no vapor ou panela com pouca água e fogo baixo, para deixá-los mais apetitosos.
Despeje um pouco daquele caldo que as carnes liberam no descongelamento sobre os legumes. Um fio de azeite ou colherada de iogurte sobre os legumes também podem ajudar. A maioria dos cães tem seus vegetais favoritos. Se seu cão rejeitou o pimentão e o quiabo, experimente oferecer vegetais mais apreciados por cães, como cenouras, abóbora e tubérculos cozidos. Frutas também podem ser oferecidas, misturadas ou não a legumes.
Carboidratos
Muitas pessoas não sabem disso, mas os cães não possuem necessidades nutricionais de carboidratos conhecidas. Afinal, na Natureza quando é que carnívoros consomem tubérculos cozidos, massas e grãos? Nunca. Isso não quer dizer, entretanto, que oferecer fontes de carboidrato não possa ter suas vantagens. Alimentos ricos em carboidratos podem ser muito nutritivos e oferecem bastante energia, o que é interessante para cães ativos ou abaixo do peso. Em geral, os cães adoram o sabor e a textura de tubérculos e grãos cozidos, o que também é vantajoso.
Como não evoluíram para aproveitar alimentos ricos em amido, os cães precisam ingerir esses itens já pré-digeridos. Artificialmente, consegue-se isso cozinhando os grãos e os tubérculos. Batatas, mandioquinhas, carás e inhames devem ser cozidos com casca (fonte de fibras e outros nutrientes) e podem ser oferecidos cortados ou em purê. Os grãos integrais são os mais nutritivos e menos processados. Mas para que percam propriedades que atrapalham um pouco sua digestão e a absorção de seus nutrientes, convém submetê-los a um processo de pré-fermentação.
Basta colocar os grãos dentro de uma cuba com água morna e acrescentar algumas gotas de soro de iogurte ou limão. Deixe os grãos de molho por pelo menos 6-8 horas antes de cozinhá-los. Os grãos se tornam mais moles, o que facilita muito a digestão, e perdem fatores anti-nutricionais, como os fitatos. Para saber mais sobre fontes de carboidrato indicadas para cães, consulte esse nosso artigo.
É importante lembrar que cães velhinhos com sobrepeso, obesos e sedentários requerem uma dieta com menor densidade energética, e devem, portanto, evitar os carboidratos.
Observação: pães, bolos, e outros alimentos com farinha branca refinada não são considerados boas fontes de carboidrato para os cães, até porque contêm altos níveis de sódio e açúcar.

Suplementos
Uma discussão mais detalhada sobre o emprego dos suplementos pode ser lida no artigo "Guia de Suplementos para Cães e Gatos". Pensando em enriquecer a dieta com outros nutrientes, e aumentar a imunidade dos cães idosos, sugerimos os seguintes suplementos naturais:
Óleo vegetal
Óleos vegetais são fonte de vitamina E, ácidos graxos ômega 6 (e no caso de alguns óleos, como o óleo de linhaça, e o de canola ômega 3). Os óleos vegetais ricos em ômega 6 e pobres em ômega-3 (o de milho, girassol, soja) não são os nossos favoritos. Isso porque o ômega-6 é um ácido graxo essencial presente em abundância em uma infinidade de alimentos, e que portanto, dispensa suplementação. E também porque esse ácido graxo é responsável por exacerbar as respostas inflamatórias, que é tudo o que um cão idoso, geralmente portador de processos crônicos inflamatórios, não precisa.
Preferimos óleos vegetais ricos em ômega 3 e/ou em vitamina E, como o azeite de oliva extra-virgem (para saber porque o azeite extra-virgem é o mais recomendado, leia este excelente artigo escrito pelo médico Dr. Alexandre Feldman) e, em seguida, o óleo de linhaça. O óleo de coco é outro dos nossos óleos vegetais favoritos. Ele estimula a imunidade, auxilia no combate ao câncer e tem propriedades viricidas. Clique aqui para saber mais sobre as propriedades do óleo de coco. O problema é que esse óleo é caro - em SP, um frasco com 500mL custa cerca de 40 a 50 reais.
Ômega-3 de peixe
A Medicina (e a Veterinária também) estão descobrindo as maravilhas que a suplementação diária com ácidos graxos ômega-3 (DHA e EPA) podem fazer pela saúde. Esses frágeis ácidos graxos estão presentes em abundância em peixes como a sardinha, o salmão e a cavalinha, e em menor concentração nas nozes e sementes de linhaça. Acontece que os ácidos graxos ômega-3 dos vegetais não são do tipo DHA (ácido docosahexanóico) e EPA (ácido pentaeicosanóico) e sim do tipo ALA (ácido alfa-linonênico). Os ômegas-3 ALA não são de muita valia para o organismo dos carnívoros (aliás, nem muito para nós, humanos onívoros).
O ômega-3 tem propriedades antiinflamatórias, o que ajuda a reduzir dores crônicas e processos degenerativos, como a artrose provocada pela displasia coxofemural. Esse valioso ácido graxo também ajuda a reduzir o colesterol e a prevenir doenças cardíacas. E é um conhecido ‘abridor de apetite’. Você pode suplementá-lo na forma mais natural, que é por meio da oferta de peixes como a sardinha, o salmão ou cavalinha. Mas o recomendado é ingerir diariamente uma dose alta desse nutriente. Cápsulas gelatinosas de ômega-3 podem ser compradas em drogarias.
Aqui ofereço uma cápsula de óleo de peixe (”Fish Oil”) da marca Sundown (não ganho nada para divulgar isso; cito a marca para dar um exemplo) diariamente ao meu Pastor de Shetland de 9 anos e à minha Golden de 1 ano, que tem displasia de cotovelo adquirida. Meus cães consomem a cápsula espontaneamente, basta que a posicione no meio da comida. Mas você pode furar a cápsula e despejar o conteúdo sobre os alimentos (mornos ou frios) imediatamente antes de servir, se preferir. O ômega-3 é muito bem tolerado, mesmo em altas dosagens. Você pode oferecer de 1/2 a 1 cápsula para cães até 5kg e com mais de 5kg, respectivamente. Cães com mais de 50kg podem receber atté 2 cápsulas diariamente.
Observação importante: não confunda o óleo de peixe, fonte de ômega-3, com “óleo de fígado de bacalhau”. Esse último é um suplemento interessante, mas por ser rico em vitaminas lipossolúveis (que se acumulam no organismo) pode não ser interessante para oferta diária.
Levedura de cerveja em pó
A levedura de cerveja em pó é recomendada em todas as sugestões de cardápios do Cachorro Verde. Esse é um suplemento barato, que dura meses, e que é fácil de encontrar. Contém todos os aminoácidos essenciais, vitaminas do complexo B e ainda funciona como prebiótico (age em favor das boas bactérias intestinais). Ofereço 1/2 colher de café de levedura de cerveja para minha Dachshund de Pêlo Longo de 5kg, 1 colher de café para meu Pastor de Shetland de 10kg e 1/2 colher de chá para minhas Goldens.
Alho fresco
Uma lâminazinha de alho cru fresco estimula a imunidade dos cães, ajuda a baixar o colesterol, ajuda a combater verminoses, dentre muitas outras propriedades fascinantes. Leia mais sobre as vantagens do alho nesse artigo escrito por uma pesquisadora da USP. Em contrapartida, alho em excesso pode provocar intoxicações nos pets. Por isso, acrescente apenas uma pequena lâmina (algo em torno de 1/6 ou 1/7 de um dente de alho cru por dia) à refeição do seu velhinho.
Iogurte integral
Esse delicioso suplemento é fonte de minerais como magnésio e cálcio, além de funcionar como probiótico, repondo as boas bactérias do intestino. Os cães costumam adorar, o que permite seu uso como palatabilizante. Ofereço 1 colher de chá para minha Dachshund, 1 colher de sobremesa para meu Pastor de Shetland e 1 colher de sopa para minhas Goldens, diariamente, em uma das refeições. Clique para aprender a fazer iogurte em casa!
Vitaminas
Antioxidantes como as vitaminas C e E são interessantes para combater a ação dos radicais livres, aumentar a imunidade, prevenir males cardíacos e combater processos crônicos. Ofereço 200mg de vitamina C e 200UI de vitamina E para minha Dachshund, 500mg de vitamina C e 400UI de vitamina E para meu Pastor de Shetland e 1 grama de vitamina C e 400UI de vitamina E para minhas Goldens. Em relação à vitamina C, prefiro os comprimidos, mas gotas pediátricas (em geral contêm 200mg por gota) também podem ser oferecidas.

Dúvidas frequentes
1- Meu cão idoso foi diagnosticado com uma doença (ex: doença renal crônica, insuficiência hepática, diabetes, câncer, etc). Ele pode continuar a receber a Alimentação Natural tradicional?
Isso precisará ser averiguado pelo veterinário de seu cão. A maioria das afecções requer uma dieta terapêutica específica, seja ela comercial ou caseira, como coadjuvante no tratamento daquela doença. Oferecer a Alimentação Natural a um cão com doença renal crônica, por exemplo, poderá agravar o quadro. Por esses motivos é que recomendamos enfaticamente que você submeta seu cão a um bom check-up veterinário antes de dar início à nova dieta. Aliás, mesmo que a saúde do seu cão idoso esteja em ordem, não deixe de consultar o veterinário regularmente.
2- Meu cão idoso perdeu todos os dentes. Ele conseguirá comer os meaty bones?
Nesse caso, você pode adotar várias condutas. Pode oferecer pescoços de frango (que são mais moles e fáceis de engolir do que dorsos, asas, coxas e pés de aves) cortados. Pode moer os meaty bones. Ou pode adotar uma Alimentação Natural sem ossos. A formulação dessa dieta seria assim: 50% carnes (no máximo 10% de vísceras), 30% uma boa fonte de carboidrato e 20% legumes. Será preciso suplementar com cálcio, já que não há ossos nessa dieta. Para saber mais sobre suplementação de cálcio, consulte o veterinário e leia nosso artigo ‘Tudo Sobre o Pó de Casca de Ovo”.
3- Meu cão idoso se recusa a comer/come muito pouco. O que fazer?
Em primeiro lugar, comunique o veterinário de seu cão para descartar enfermidades que possam estar causando a inapetência. Se o cão estiver saudável, procure pular uma ou duas refeições para ver se ele fica com mais fome, devora o próximo prato e volta à rotina normal. Não funcionou? Experimente variar os ingredientes; muitas vezes os cães ‘enjoam’ de certos alimentos. Não adiantou? Acrescente um pouco de água morna ou levemente quente à refeição e misture, para liberar um cheirinho atraente. Nada ainda? Experimente adotar uma dieta caseira cozida; os cães costumam achá-las mais palatáveis. Consulte nosso guia sobre dietas cozidas.
4- Ouvi falar que cães idosos devem evitar dietas ricas em sódio e em proteína. É verdade?
O sódio em excesso deve mesmo ser evitado. Mas a dieta natural é considerada normossódica (contém sódio em teores normais), então não há problema. Basta não acrescentar sódio extra na forma de sal de cozinha. Desde que estejam saudáveis, cães de qualquer idade podem e devem consumir proteína. Os rins, quando doentes, não conseguem eliminar o fósforo das carnes, vísceras e ovos com eficiência, o que traz prejuízos para o organismo.
Mas se os rins estiverem OK, não há motivo para restringir a proteína. A ingestão de carnes, vísceras, ovos, etc, em quantidades adequadas ajuda a evitar a degradação muscular que acompanha a idade, além de fornecer aminoácidos, vitaminas e muitos outros nutrientes valiosos. Por fim, diversos artigos científicos têm procurado derrubar esse mito de que uma dieta protéica piora as condições dos rins sadios, como esse, esse, esse e esse (todos em inglês). Não deixe de ler também essa matéria (em inglês).

A adorável Pinscher, Minnie, de 15 anos, tira uma sonequinha
Referências consultadas
Livros:
- Work Wonders: Feed Your Dog Raw Meaty Bones: DVM Tom Lonsdale - 2005, ed. Rivetco
- Raw Meaty Bones Promote Health: DVM Tom Lonsdale - 2001, ed. Rivetco
- Canine Nutrition: DVM Lowell Ackermann, 1999, ed. Alpine
- Food Pets Die For - Shocking Facts About Pet Food: Ann N. Martin, 2008, ed. NewSage Press
- Tabela de Composição Química dos Alimentos: Guilherme Franco, 2008, ed. Ateneu
- Natural Health Diet for Dogs & Cats, DVM Shawn Messonier - 2001, Three Rivers Press
- The BARF Diet - Raw Feeding for Dogs and Cats Using Evolutionary Principles: DVM Ian Billinghurst - 2001, Warrigal Publishing
- Give Your Dog a Bone: The Practical Commonsense Way to Feed Dogs for a Healthy Life: DVM Ian Billinghurst - 1993, Warrigal Publishing
- Dr. Pitcairn’s Complete Guide to Natural Health for Dogs and Cats: 3rd Edition: DVM PhD Richard Pitcairn - 2005, ed. Rodale
- The Nature of Animal Healing: DVM Martin Goldstein - 1999, ed. Ballantine Books
- Raw Dog Food: Make It Easy for You and Your Dog: Carina Beth Macdonald - 2003 ed. Dogwise Publishing
Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!
