1o. Curso de AN e dieta cozida para cães e gatos, em SP!

Na quarta-feira do dia 11/04 rolou a primeira edição do nosso curso sobre Alimentação Natural (AN) e dieta cozida para cães e gatos, em São Paulo, no auditório da Globalcode.

Infelizmente, uma tempestade absurda deixou as ruas alagadas e o trânsito em situação caótica, o que impediu a vinda de uma parte considerável dos participantes. Mesmo assim apareceu um monte de gente vinda do ABC, da capital e até do interior, o que nos fez sentir honradas. (Sério. Só quem esteve em São Paulo nessa quarta sabe o grau do toró que houve! Eram galhos destroçados sobre carros, acessos impedidos, carros boiando por aí. Eu mesma precisei atravessar um pequeno “rio” de correnteza fortíssima  para atravessar a rua de  casa e pegar os sanduíches encomendados para o coffee-break do curso.)

Então, com esse cenário imaginem minha felicidade ao ver pessoas chegando, mesmo que atrasadas, no auditório. Auditório que achei bastante satisfatório, aliás, apesar de não contar com estacionamento próprio.

Com início programado para as 18:00 e término previsto para as 22:00, o curso acabou começando de fato lá pelas 18:30, para dar tempo de chegar mais gente. E foi acabar só às 23:00! Contamos com a presença de participantes super interativos e interessados, que fizeram perguntas e teceram comentários sempre muito interessantes. O público era misto: veterinárias e estudantes, uma zootecnista, uma bióloga, gateiras e cachorreiros, adeptos da AN crua e da cozida, e gente interessada em conhecer essas tais dietas naturais.

Quem apresenta o curso é sempre suspeito pra falar já que lá na frente o tempo passa rápido, mas creio ter conseguido cobrir todos os pontos pretendidos e transmitir conhecimentos básicos para compreensão e montagem das dietas crua e cozida. Ao final do curso exibimos um vídeo inédito demonstrando o preparo rápido e seguro de refeições que espero ter ajudado a ilustrar a prática da coisa toda.

Ah! E não podemos esquecer dos biscoitinhos caninos de aveia e de côco preparados com alimentos integrais pela fotógrafa Vanessa Fermino, meu braço direito no Cachorro Verde, que serviram de lembrancinha do evento. Estavam tão gostosos que muita gente escreveu contando que por pouco não sobra um biscoitinho para dar para o cachorro! rs

Bem, com ou sem tempestade fiquei muito feliz com o resultado do curso. Espero que os participantes tenham se divertido tanto quanto a gente! Em breve anunciaremos as próximas edições. Em julho deveremos levar o curso para o Rio de Janeiro e repetiremos a dose em São Paulo, desta vez em um sábado pela manhã. E no semestre que vem, se tudo der certo, estaremos em outros Estados. O critério para um curso acontecer é atingir o número mínimo de 25 inscritos.

Fiquem com as fotos do nosso primeiro evento, by FotoPets!

Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!


Curso de AN e outras dietas caseiras para pets, em SP!

 

Para cuidadores, criadores, veterinários e tutores:

  • Seja o chef do seu peludo! Entenda o que são a AN e a dieta caseira cozida e como preparar você mesmo refeições deliciosas e saudáveis para seu pet de forma segura e prática!
  • Curso voltado para a compreensão de todos os aspectos práticos das dietas caseiras: planejamento, compra, cálculos, montagem das porções, complementos, armazenamento, descongelamento, variação dos itens, oferta, como proceder em caso de viagem etc.
  • Com exibição de vídeo inédito mostrando o preparo prático das porções em casa.

Vagas limitadas – garanta já a sua!

Observação: em breve, anúncios dos cursos em outros Estados. Fique ligado!

Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!


Hiperadrenocorticismo Canino (Doença de Cushing)

Autoria do texto original (disponível aqui): médica-veterinária Karen Becker

Tradução para o português: médica-veterinária Sylvia Angélico

“A Doença de Cushing foi originalmente diagnosticada em um paciente humano em 1932, pelo Dr. Harvey Cushing. Na verdade eu prefiro o termo médico para a desordem: hiperadrenocorticismo. É um nome complicado, mas descreve melhor a condição.

“Hiper” significa “em excesso”, “adreno” se refere às glândulas adrenais, e “corticismo” quer dizer que a síndrome envolve o hormônio cortisol. Hiperadrenocorticismo, traduzido ao pé da letra significa “cortisol em excesso sendo liberado pelas glândulas adrenais”.

A Doença de Cushing é raramente observada em gatos. Essa condição é mais freqüentemente vista em cães.

O Teckel é uma das raças comumente acometidas

Fonte: http://www.vivapets.com/img/race/big_230.jpg

Cortisol: o hormônio do mecanismo de luta-ou-fuga

O cortisol desempenha uma função muito importante no corpo – é o hormônio do mecanismo de “luta-ou-fuga”. Foi produzido para ser liberado pelas glândulas adrenais de forma intermitente e em pequenas quantidades, quando o organismo do seu cão percebe o estresse.

Quando, por um motivo qualquer, o corpo aumenta sua demanda por cortisol, as glândulas adrenais começam a produzir o hormônio em grandes volumes, causando toxicidade no

organismo do animal.

A liberação do cortisol pelas glândulas adrenais provoca a liberação de glicose pelo fígado. A glicose – que é açúcar – fornece energia às células dos músculos que o pet vai usar para lutar-ou-fugir – exemplo: quando um cão de repente escapa de um urso – ou quando um gato de rua precisa enfrentar o novo gato macho que invadiu seu território.

A liberação de cortisol, contudo, não se limita a provocar a liberação de glicose e energia para os músculos. Esse poderoso hormônio tem impacto em inúmeras funções importantes do organismo do seu pet, incluindo:

• Pressão arterial

• Equilíbrio de eletrólitos (sais minerais)

• Função imune

• Metabolismo ósseo e gorduroso

O excesso de cortisol faz mal

Seu pet precisa de cortisol em pequenas quantidades, mas quando as glândulas adrenais secretam esse hormônio em excesso, a situação pode se tornar tóxica. Se seu cão passar por sintomas de estresse crônico, suas glândulas adrenais irão liberar muito cortisol em resposta a esse estresse.

É importante compreender que o organismo do seu animal não diferencia estresse bom de estresse ruim – para ele, é tudo estresse. Seu cão terá a mesma reação fisiológica a um coelho que surge inesperadamente no jardim que ele terá ao tomar banho no pet shop. O corpo dele interpreta a excitação de ir ao parque e lidar com um tumor maligno da mesma forma.

Os perigos do cortisol em excesso

O estresse crônico leva à secreção crônica de cortisol em excesso, o que pode resultar em uma infinidade de sérios problemas de saúde, incluindo:

• Hiperglicemia, o que pode levar ao diabetes

• Hipertensão, que pode resultar em doença cardiovascular

• Fome extrema por queimar toda a glicose que sobra

• Adelgaçamento (afinamento) da pele e má condição de pelagem

• Redução da massa muscular e óssea

• Aumento do risco de infecção

Animais que freqüentemente estão secretando em excesso o cortisol podem ser considerados imunossuprimidos. Podem desenvolver infecções em qualquer parte do corpo – onde quer que haja um elo fraco. Infecções gengivais, olhos, ouvidos, pele e o trato urinário são comuns.

Se seu cão tem infecções recorrentes ou uma infecção da qual ele parece não conseguir se livrar, é possível que excesso de cortisol seja o culpado.

Fonte: http://www.peteducation.com/article.cfm?c=2+2097&aid=416

Tipos de Doença de Cushing

Existem várias formas de hiperadrenocorticismo e pode ser confuso ter cada uma delas em mente. Farei o meu melhor para explicar de uma maneira que torne mais fácil a compreensão delas.

Se você tem um animal diagnosticado com hiperadrenocorticismo, é importante para o bem dele que você saiba exatamente o que está acontecendo. Se seu animal é saudável, quero te ajudar a mantê-lo assim.

As glândulas adrenais são duas glândulas gêmeas cobertas por gordura e localizadas à frente de cada rim do seu pet. Elas são compostas por três camadas:

1. Zona glomerulosa, a camada mais externa e superficial

2. Zona fasciculata, a camada intermediária

3. Zona reticularis, a camada mais profunda

O tipo de hiperadrenocorticismo que seu pet desenvolve depende de qual camada da adrenal estiver secretando hormônios em excesso.

A camada do meio da glândula adrenal – a zona fasciculata – pode produzir glicocorticóides em excesso e levar ao que é tradicionalmente conhecido como “Doença de Cushing típica”. Glicocorticóides também são conhecidos como esteróides, cortisol, cortisona ou prednisona – essas duas últimas são as versões sintéticas desses hormônios, que os veterinários prescrevem.

Não é incomum o veterinário sem querer induzir a Doença de Cushing típica ao prescrever altas doses de prednisona (corticóide) oral – ou um curso de terapia com corticóides que seja muito longo. Se seu animal recebeu prednisona por longo período, ele é predisposto a desenvolver a Doença de Cushing.

Enquanto a típica Doença de Cushing envolve a secreção de cortisol em excesso, o hiperadrenocorticismo “atípico” pode ocorrer quando a camada externa da adrenal – a zona glomerulosa – produz em excesso o hormônio aldosterona. A aldosterona é responsável pelo equilíbrio dos sais minerais no corpo do animal. A Doença de Cushing atípica também pode ocorrer se a camada mais interna – a zona reticularis – começar a superproduzir hormônios sexuais, como precursores do estrógeno, progesterona ou testosterona.

Um olhar mais atento à Doença de Cushing ‘típica’

Já se confundiu com o hiperadrenocorticismo típico e atípico? A forma tradicional da doença, que envolve a produção excessiva de cortisol, tem dois tipos:

1. Doença de Cushing típica dependente da glândula adrenal

2. Doença de Cushing típica dependente da glândula hipófise

De longe, a forma mais comum de hiperadrenocorticismo em pets é a típica dependente da glândula hipófise. Cerca de 85% dos cães que apresentam Doença de Cushing desenvolvem a forma dependente da hipófise, na qual a glândula hipófise – a “glândula mestre” no cérebro – envia um excesso de hormônio estimulante às adrenais. As adrenais respondem secretando uma quantidade excessiva de cortisol.

Nos demais 15% dos casos dependentes da adrenal, um tumor se desenvolve em uma das glândulas adrenais e deflagra uma superprodução de cortisol no corpo do animal.

Cão com hiperadrenocorticismo avançado: pelagem rala, pele fininha, barrigudinho.

Fonte: http://yourownvet.com/wp-content/uploads/2010/08/cushing.jpg

Quais pets são mais predispostos a desenvolverem hiperadrenocorticismo?

Conforme mencionei antes, é muito raro os gatos desenvolverem a Doença de Cushing. Na população canina, há certas raças geneticamente predispostas a essa doença, incluindo:

• Terriers (Yorkshires, Silkies, Bull Terriers e Boston Terriers)

• Poodles

• Dachshunds

• American Eskimo Dogs/Spitz

Sintomas do hiperadrenocorticismo

O cortisol é um hormônio diverso, o que quer dizer que em quantidades excessivas ele cria toda uma variedade de sintomas diferentes. A maioria dos cães apresenta alguns desses sintomas, mas não todos a não ser que a doença esteja muito avançada no momento do diagnóstico.

Os sintomas mais comumente observados em cães com a doença no início, incluem:

• Sede e micção aumentadas (que pode levar ao sintoma de incontinência urinária)

• Aumento da respiração rápida (resfolegar)

• Ganho de peso na área abdominal, apesar da redução nas calorias da dieta

• Pele mais fininha (adelgaçamento) e mudança na pigmentação da pele, de rosada à cinzenta ou mesmo escurecida; presença de equimoses (“hematomas”)

• Perda de pelos

• Irritabilidade ou agitação

Muito menos comuns são sintomas de fraqueza nos membros traseiros e formação de coágulos no sangue. A síndrome de Cushing é assim tão diversa em sua sintomatologia porque cada centímetro do corpo do seu animal apresenta receptores para o cortisol. Por conta disso, frequentemente é o aspecto imunossupressor da doença que motiva a primeira consulta ao veterinário.

Se, por exemplo, seu pet sofre de infecções recorrentes do trato urinário ou qualquer infecção da qual ele não consegue se livrar, juntamente com um ou dois outros sintomas – talvez o afinamento da pele ou o aparecimento de uma barriguinha pendular, você deve perguntar ao veterinário sobre a possibilidade de a causa desses sintomas ser o hiperadrenocorticismo.

Em meu consultório, a maioria dos cães com Doença de Cushing é enviada a outro profissional após o diagnóstico incorreto de doença hepática. O fígado do animal que sofre de hiperadrenocorticismo fica sobrecarregado pela tentativa de processar o cortisol excessivo na circulação sanguínea. Isso causa uma elevação das enzimas hepáticas alanina aminotransferase (ALT) e fosfatase alcalina (FA).

Não é incomum o veterinário parar de pesquisar ao ver as enzimas hepáticas elevadas e diagnosticar o problema como sendo uma doença hepática quando na verdade se trata de hiperadrenocorticismo.

Diagnosticando a Doença de Cushing

Sugiro que você guarde com você cópias dos exames de sangue solicitados pelo veterinário. Muitos tutores de cães que receberam a indicação de virem ao meu hospital Natural Pet são surpresos ao descobrir que as enzimas hepáticas de seu pet estiveram elevadas há 2 ou 3 anos seguidos. Eles querem saber por que seu veterinário anterior não mencionou nada.

Infelizmente, muitos veterinários reativos não investigam a possibilidade de hiperadrenocorticismo até que diversos sintomas estejam presentes ou que um cliente entre se queixando que o cachorro de repente passou a fazer xixi pela casa ou está apresentando intensa queda de pelos. A melhor e mais proativa abordagem consiste de tentar prevenir a doença. É por isso que você deve manter cópias dos resultados dos exames de sangue do seu animal e é por esse motivo que cada parâmetro que estiver fora dos valores normais de referência deve ser investigado.

Seu veterinário deve formar com você uma parceria para identificar se seu cão corre risco de desenvolver sintomas de Doença de Cushing ou se já é portador da doença. Se a fosfatase alcalina de seu pet está elevada, pergunte ao veterinário se poderia ser o início do hiperadrenocorticismo.

O diagnóstico da doença pode ser difícil de obter. É realizado tipicamente por exames de sangue como o “teste da estimulação com ACTH” e o teste de supressão com uma dosagem baixa de dexametasona. Ambos os testes requerem pelo menos duas coletas de sangue para comparar os níveis de cortisol no corpo do seu cão para o diagnóstico definitivo da Doença de Cushing.

Quando o hiperadrenocorticismo for confirmado, seu veterinário irá querer determinar se é de dependente da glândula adrenal ou da hipófise. Na minha opinião, a melhor maneira de descartar um tumor na glândula adrenal é por meio de uma ultrassonografia abdominal. Alguns veterinários preferem solicitar um terceiro exame de sangue chamado teste da supressão com uma dosagem elevada de dexametasona para determinar se a fonte da produção de cortisol é adrenal ou dependente da hipófise.

Qualquer que seja o método empregado, é importante não apenas estabelecer um diagnóstico definitivo da Doença de Cushing, mas também determinar se a forma da doença é adrenal ou hipofisária. Essa informação irá ajudar você e seu veterinário a determinar as melhores opções de tratamento disponíveis para seu pet doente.

Cuidado: a longo prazo, corticóide prescrito contra coceiras pode causar hiperadrenocorticismo

Fonte: http://www.evolutionsupply.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/dog-scratching.jpg

Uma alternativa ao exame diagnóstico mais caro para descartar Doença de Cushing

Se seu pet tem sintomas da doença, mas você não pode pagar os exames caros requeridos para um diagnóstico definitivo, você pode pedir ao seu veterinário que solicite um exame urinário chamado exame da relação cortisol urinário:creatinina urinária. Esse exame precisa ser realizado usando a primeira urina da manhã. Os resultados irão ajudar seu veterinário a determinar se seu cão está excretando uma quantidade anormalmente elevada de cortisol na urina.

Os níveis de cortisol circulantes em cães saudáveis são bem baixos, então se há um volume mensurável de cortisol na urina do seu peludo, é um indicativo confiável de que a Doença de Cushing pode estar presente e nesse caso é indicado que mais exames sejam realizados. O exame da relação de cortisol urinário:creatinina urinária é um meio menos dispendioso de se descartar a doença. Se os níveis de cortisol urinário do seu cão estiverem dentro dos parâmetros de normalidade, é mais provável que ele não tenha a forma típica da doença.

Outra pista importante pode ser fornecida por um exame de sangue chamado teste da Fosfatase Alcalina Induzida por Glicocorticóides. Muitos cães com doença adrenal apresentam valores de fosfatase alcalina elevada. A fosfatase alcalina pode estar elevada por uma variedade de disfunções corpóreas incluindo doenças óssea, hepática, adrenal e da vesícula biliar. Esse exame pode determinar qual porcentagem do aumento da fosfatase alcalina pode estar sendo causada especificamente por disfunção das glândulas adrenais.

O teste da Fosfatase Alcalina Induzida por Glicocorticóides é um exame simples e eficiente que determina se o animal está caminhando em direção ao hiperadrenocorticismo. Quando tenho pacientes com fosfatase alcalina elevada em exames laboratoriais de rotina e que também estão apresentando sintomas da Doença de Cushing, emprego esse teste simples para determinar se é indicado solicitar outros exames. Infelizmente, na maioria dos casos, a doença é diagnosticada apenas após o desenvolvimento total da doença e aí não há retorno.

Uma vez que o cão foi diagnosticado com Doença de Cushing já bem estabelecida, ele irá conviver com essa condição para o resto de sua vida. É uma doença horrível, que pode ser controlada em muitos casos, mas jamais curada.

Opções de tratamento

A maioria dos fármacos empregados para tratar o hiperadrenocorticismo apresentam muitos efeitos adversos indesejáveis. É extremamente importante que você discuta sua preocupação com os possíveis efeitos colaterais de qualquer medicamento que seu veterinário indicar para seu pet. Faça também sua própria pesquisa e mensure seu grau de conforto com a administração de cada fármaco ao seu animal. No meu consultório, não usamos a maior parte dos fármacos indicados para Doença de Cushing porque, na minha opinião, os efeitos colaterais deles são geralmente piores que os sintomas da própria doença.

Além dos efeitos colaterais, os fármacos para hiperadrenocorticismo são bastante caros e requerem monitoramento constante dos parâmetros do sangue para nos assegurarmos de que o tratamento está sendo feito corretamente.

Detectando sintomas precocemente – tire vantagem da “zona cinzenta”

Identificar a síndrome pré-Doença de Cushing o mais cedo possível e reduzir o risco do seu pet adquirir a doença em sua forma total é a abordagem que recomendo. Os cães não acordam simplesmente e estão com a Doença de Cushing. A doença se desenvolve com o tempo.

Muitos veterinários alopatas (adeptos da linha convencional) se recusam a reconhecer o princípio da disfunção adrenal porque não sabem o que fazer com isso até o paciente receber o diagnóstico da doença já estabelecida com o exame de estimulação do ACTH. O problema dessa abordagem é que leva meses e às vezes até anos para o animal ser oficialmente diagnosticado com a Doença de Cushing.

Muitas doenças degenerativas não são claras – “tem Cushing” ou “não tem Cushing”. A saúde da maioria dos pets com sintomas adrenais e anormalidades discretas em exames diagnósticos não é preta ou branca – habita a “zona cinzenta”. Cães que irão brevemente desenvolver a doença, mas ainda não têm hiperadrenocorticismo estão nessa área cinzenta.

Considero que um cão tem a síndrome pré-Cushing quando ele exibe sintomas da doença, mas conseguiu passar no teste da estimulação com ACTH. O que mais vemos nessa fase são discretas alterações no exame de sangue, o exame da relação cortisol:creatinina urinários tem resultado limítrofe ou elevado e os altos níveis da enzima fosfatase alcalina são induzidos por glicocorticóides (por meio do exame homônimo).

A maior parte dos veterinários alopatas irá simplesmente esperar até que o cão desenvolva a forma total do hiperadrenocorticismo e então irá tratar o animal com fármacos tóxicos. Essa nunca é minha abordagem. Consigo reverter muitos pacientes na fase pré-Cushing com nutracêuticos, ervas chinesas, homeopatia, dieta especial e manejo do estilo de vida (reduzindo o estresse biológico).

Se seu cão tem sintomas de hiperadrenocorticismo, é fundamental encontrar um veterinário adepto das terapias integradas, uma vez que isso pode fazer a diferença entre resolver o problema antes que ele se instale ou controlar a doença do pet para o resto da vida dele. Seja proativo, submeta anualmente seu animal ao exame anual de mensuração dos níveis de fosfatase alcalina. Peça ao seu veterinário que determine um valor-base e, em caso de elevação desse padrão, solicite um dos outros exames (cortisol urinário ou teste da fosfatase alcalina induzida por glicocorticóides) para investigar se o organismo do seu cão está secretando cortisol em excesso.

Ter todas essas informações irá ajudá-lo a lidar melhor com uma situação pré-Cushing e evitar que ela progrida para a doença em si, em sua forma irreversível. Não ignore os sintomas. Se seu peludo apresenta sintomas consistentes com o hiperadrenocorticismo, não importa o quão discretos, sempre vale a pena investigá-los.”

 Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!


Quero marcar uma consulta com o Cachorro Verde!

 A maioria dos adeptos das dietas caseiras divulgadas pelo Cachorro Verde aprendeu a preparar a alimentação do peludo à custa de horas de pesquisa e leitura. Mas a gente sabe que não é todo mundo que tem tempo e disposição para ler uma quantidade suficiente do material disponível ou mesmo segurança para instituir uma alimentação 100% caseira por conta própria.

E é aí que entra a novidade!

Agora, além do material de consulta que disponibilizamos aqui , quem mora em São Paulo pode contar com minha orientação veterinária para preparar em casa refeições naturais balanceadas para seu cão ou gato! Perfeito para quem tem vontade de oferecer ao seu pet dieta caseira balanceada – crua ou cozida – mas não sabe por onde começar. É seu caso? Confira as informações abaixo!

(Se você não reside em São Paulo, mas gostaria de contar com esse tipo de acompanhamento veterinário, me escreva para saber de que forma eu poderia ajudá-lo.)

Orientação veterinária personalizada em domicílio

Vou até você com horário marcado! Durante a consulta examino seu amigão minuciosamente, faço várias perguntas sobre o perfil, o estilo de vida e o histórico clínico dele e verifico os últimos exames realizados. Essas informações me auxiliam a criar uma dieta caseira sob medida.

Após a consulta, você receberá por e-mail uma apostila em PDF contendo todas as informações para dar início à nova dieta:

• As porções diárias calculadas em gramas

• Que complementos oferecer e quanto de cada um

• Alimentos que podem ser oferecidos e quais devem ser evitados

• Orientações sobre petiscos e variação dos itens da dieta

• Como introduzir a dieta

• Onde comprar, como preparar, como armazenar, como descongelar

• Como proceder em caso de viagem

• Dicas para um manejo mais natural, visando bem-estar e longevidade!

 

Alimentação Natural (crua) na prática

Vou até sua casa e te ensino a preparar de forma rápida, segura e prática refeições de dieta natural crua para 15, 30 ou 45 dias – dependendo do espaço disponível em seu freezer ou congelador! Entre em contato para obter mais informações.

O que o Cachorro Verde pode fazer por seu cão ou gato?

• Elaboração de dieta caseira crua, com ou sem ossos, ou cozida, personalizada para cães e gatos adultos, filhotes e idosos;

• Elaboração de dieta caseira específica para auxiliar no controle de doenças crônicas: gastrite, doença intestinal, megaesôfago, doença renal, alergia, doença hepática, diabetes, pancreatite, cálculos urinários, câncer, obesidade etc;

• Orientações detalhadas sobre preparo da dieta;

• Demonstração em domicílio do preparo rápido de porções da dieta para 15 ou 45 dias;

• Acompanhamento clínico veterinário do cão ou gato adepto de dieta caseira balanceada, com solicitação e interpretação de exames;

• Complementos nutricionais prescritos sob medida;

• Orientações de manejo para uma vida mais saudável e equilibrada;

• Prevenção ativa de doenças por meio da manutenção do peso saudável;

• Protocolos vacinais atualizados, 100% personalizados levando em conta o histórico e o estilo de vida do pet, sem excessos, usando vacinas importadas, próprias para customização;

Titulação de anticorpos vacinais IgG contra cinomose e parvovirose.

 

Para saber mais sobre esses serviços, nos escreva! consulta@cachorroverde.com.br

Será um grande prazer conhecer você e seu amigão! ;)

Sylvia Angélico – Médica-veterinária

CRMV-SP: 29943

Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!


Vacinar é importante. Se educar a respeito de vacinas também é.

Leiam, assistam, aprendam, descubram, esmiucem todos os links. Questionem. Se mantenham informados.

Existe muita gente faturando à custa da saúde dos nossos peludos. Vacinar é importante? Sim. (Essa não é a discussão aqui.) Mas a atual banalização da vacinação – todos os produtos disponíveis no mercado sendo aplicados anualmente em todos os pets, independentemente de seu histórico de saúde e do seu estilo de vida -  é uma conduta antiética que comprovadamente pode causar mais prejuízos do que benefícios ao organismo.

Esse tipo de informação só chega no seu veterinário clínico-geral se ele tiver a curiosidade e a disposição de pesquisá-la. Não chega a congressos e simpósios patrocinados por grandes companhias farmacêuticas. É escassamente estudado por acadêmicos brasileiros e raríssimos artigos científicos a respeito ganham publicação nos periódicos em língua portuguesa mais lidos pelos nossos clínicos.

Os fabricantes, atentos ao questionamento do público “leigo” que busca esclarecimentos, muda aqui e ali suas táticas  – via de regra de acordo com seus próprios interesses. O “grosso” das descobertas científicas, aquilo que ameaça colocar em risco a credibilidade e  a (astronômica) margem de lucro dos gigantes é convenientemente ignorado e envolto em mitos e terrorismos.

Mas os dados estão aí. Leiam, assistam, aprendam, descubram, esmiucem todos os links. Questionem. Se mantenham informados. Sejam vocês os advogados de seus filhos de patas.

Artigos do site/blog Cachorro Verde:

Artigos do site/blog Homeopatas e Bicho Integral:

(Alguns) dos artigos vacinais do blog Ville Chamonix:

Artigos do site Mãe de Cachorro Também é Mãe:

Estimulante e super didática entrevista da veterinária holística Dra. Karen Becker com o Dr. Ronald Schultz, veterinário norte-americano, Ph.D.,  um dos grandes líderes internacionais nas áreas de Vacinologia, Imunologia e Infectologia de cães e gatos, membro das diretrizes vacinais recomendadas pelas entidades World Small Animal Veterinary Association (WSAVA)  e American Animal Hospital Association (AAHA). Ah, fundador do Rabies Challenge Fund e pesquisador ativo desses assuntos desde a década de 1970. Em inglês. (Em breve, providenciarei uma versão com legendas em português.)

Interessantíssimo trailer do  filme The Greater Good (2011, ainda inédito no Brasil), um documentário americano sobre os riscos associados à vacinação arbitrária em HUMANOS.

E, com vocês, as referências científicas recentes – enjoy!

Observações: note que há artigos brasileiro, nigeriano, israelense – ou seja, não é só material oriundo de pesquisas realizadas em países desenvolvidos.

TIZARD, I.; R; SCHUBOT, R. M. Imunologia Veterinária: uma introdução. 8 ed. Rio de Janeiro: Saunders Elsevier, 2008, p. 267-276; 279-294.

SCHULTZ R.D.; FORD, R. B.; OLSEN J.; SCOTT F. Titer testing and vaccination: a new look at traditional practices. Vet Med, v. 97, p. 1-13, 2002

DODDS, J. W. Changing Vaccine Protocols. 2002. Disponível em: <http://www.canine-epilepsy-guardian-angels.com/chang_vac.htm>. Acesso em: 02 out. 2010.

HORZINEK, M. C. Vaccine use and disease prevalence in dogs and cats. Veterinary Microbiology, v. 117, p. 2-8, 2006.

MOORE, G. E; HOGENESCH, H. Adverse vaccinal events in dogs and cats. Veterinary Clinics of North America: Small Animal Practice, v. 40, p.393-407, 2010.

DAY, M.J; HORZINEK, M.C.; SCHULTZ, R.D. Guidelines for the vaccination of dogs and cats. Journal of Small Animal Practice. v. 51, p. 1-30, 2010.

WOLF, A. M.; Canine and feline vaccination: protocols, products, and problems. In: 110th Penn Annual Conference, 2010, Philadelphia, Pennsylvannia, p. 16-23.

AMERICAN ANIMAL HOSPITAL ASSOCIATION. 2006 AAHA Canine Vaccine Guidelines, Revised. Disponível em: <http://www.aahanet.org/publicdocuments/vaccineguidelines06revised.pdf > Acesso em: 12 mar. 2011.

MOUZIN, D. E.; LORENZEN, M. J.; HAWORTH, J. D.; KING, V. L. Duration of serologic response to five viral antigens in dogs. Journal of American Veterinary Medical Association, v. 224, n. 1, p. 55-60, 2004.

NELSON, R. W; COUTO, C. G. Medicina Interna de Pequenos Animais. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010, p.1304 -1310.

ABDELMAGID, O. Y.; LARSON, L.; PAYNE, L.; TUBBS, A.; WASMOEN, T.; SCHULTZ, R. Evaluation of the efficacy and duration of immunity of a canine combination vaccine against virulent parvovirus, infectious canine hepatitis virus, and distemper virus experimental challenges. Veterinary  Therapeutics, v. 5, n. 3, p. 173-186, 2004.

TWARK, L.; DODDS, J. Clinical use of serum parvovirus and distemper virus antibody titers for determining revaccination strategies in healthy dogs. Journal of American Veterinary Medical Association, v. 217, n. 7, p.1021-1024, 2001.

MOORE, G. E.; GUPTILL, L. F.;  WARD, M. P.; GLICKMAN, N. W.; FAUNT, K. K.; LEWIS, H. B.; GLICKMAN, L. T. Adverse Events Diagnosed Within Thee Days of Vaccine Administration in Dogs. Journal of American Veterinary Medical Association, v. 227, n. 7, p. 1102-1108, 2005.

COYNE, M. J. ; BURR, H. H.; YULE, T. D.; HARDING, M. J.; TRESNAN, D. B.; MCGAVIN, D. Duration of immunity in dogs after vaccination or naturally acquired infection. The Veterinary Record,v. 149, p. 509-515, 2001.

BÖHM, M.; THOMPSOM, H.; WEIR, A.; HASTED, A. M.; MAXWELL, N. S. HERRTAGE, M. E. Serum antibody titres to canine parvovirus, adenovirus and distemper virus in dogs in the UK which had not been vaccinated for at least three years. The Veterinary Record, v. 154, p. 457-462, 2004.

HARRUS, S.; WANER, T.; AIZEMBERG, I.; SAFRA, A.; MOSENCO, M.; RADOSHITSKY; BARK, H. Development of hypertrophic osteodystrophy and antibody response in a litter of vaccinated weimaraner puppies. Journal of Small Animal Practice, 2002, v. 43, 27-31.

WANER, T.; MAZAR, S.; KEREN-KORNBLATT, E. Application of a dot enzyme-linked immunosorbent assay for evaluation of the immune status to canine parvovirus and distemper virus in adult dogs before revaccination.  Journal of Veterinary Diagnostic Investigation, v 18, 2006, p. 267-270.

MARUYAMA, M.; LAM, K.; RAJEWSKY, K. Memory b-cell persistence is independent of persisting immunizing antigen. Nature, v. 407, p. 636 a 642. 2000.

DERBYSHIRE, J. B.; MATTHEWS, K. A. Rabies antibody titres in vaccinated dogs. Canadian Veterinary Journal, v. 25, p. 383-385, 1984.

SCHULTZ, D. R. An update on what everyone needs to know about canine and feline vaccination programs.Proceedings of the 2008 annual conference of the American Holistic Veterinary Medical Association. Disponível em: <http://www.kanabvet.com/articles/Schultz_Vaccinations.pdf> Acesso em: 23 de out. 2010. 13:14:10.p. 333 a 344.

HORZINEK, M. C.; THIRY, E. Vaccines and vaccination: the principles and the polemics. Journal of Feline Medicine and Surgery. v. 11. p. 530-537, 2009.

ROTH, J. Adjuvants in Veterinary Vaccines: Modes of Action to Enhance the Immune Response & Potential Adverse Effects. 2003 Disponível em: <http://veterinarynews.dvm360.com/dvm/data/articlestandard//dvm/482003/77546/article.pdf>. Acesso em: 17 out. 2010.

SPICKLER, A. R.; ROTH, J. A. Adjuvants in veterinary vaccines: modes of action and adverse effects. Journal of Veterinary Internal Medicine, v. 17, p. 273-281, 2003.

FELSBURG, P. J. Overview of immune system development in the dog: comparison with humans. Human & Experimental Toxicology, v. 21, p. 487-492, 2002.

RASHID, A.; RASHEED, K.; ASIM, M.; HUSSAIN, A.; Risks of vaccination: a review. Journal of Venomous Animals and Toxins including Tropical Diseases, v. 15, n. 1, p. 19-27, 2009.

REICHMANN, M. L. A. B.; É preciso vacinar; mv&z, São Paulo, v. 9, n. 1, p. 6-7, 2011.

ETTINGER, S. J; FELDMAN, E. C. Textbook of Veterinary Internal Medicine. 6. ed. St Louis: Elsevier Saunders, 2005. p. 600-603; 1762-1763; 1896-1897.

LAMM, C. G; REZABEK, G., B. Parvovirus infection in domestic companion animals. Veterinary Clinics Small Animal Practice, v. 38, 2008, p. 837-850.

DECARO, N.; DESARIO, C.; ELIA, G.; MARTELLA, V.; MARI, V.; LAVAZZA, A.; NARDI, M.; BUONAVOGLIA. Evidence for immunisation failure in vaccinated adult dogs infected with canine parvovirus type 2c. New Microbiologia, v. 31, p. 125-130, 2008.

GODDARD, A.; LEISEWITZ, A. L. Canine parvovirus. Veterinary Clinics of North America: Small Animal Practice, v. 40, p. 1041-1053, 2010.

KAPIL, S.; ALISSON, R. W.; JOHNSTON, L. ; MURRAY, S. H. ; HOLLAND, S., MEINKOTH, J.; JOHNSON, B. Canine distemper virus strains circulating among north american dogs. Clinical and Vaccine Immunology. v. 15, n. 4, p. 707-712, 2008.

ELLIS, J. A.; KRAKOWKA, A. S.; DAYTON, A. D.; KONOBY, C. Comparative efficacy of an injectable vaccine and an intranasal vaccine in stimulating Bordetella bronchiseptica-reactive antibody responses in seropositive dogs. Journal of American Veterinary Medical Association, v. 220, n.1, p. 43-48, 2002.

KOBAYASHI, Y.; SUZUKI, Y.; ITOU, T.; ITO, F. H.; SAKAI, T.; GOJOBORI, T. Evolutionary history of dog rabies in Brazil. Journal of General Virology, v. 92, p. 85-90, 2011.

PAYNE, A. P.; RIDLEY, K. R.; DRYDEN, W. M.;BATHGATE, C.; MILLIKEN, A. G.; STEWART, W. P.  Efficacy of a combination febantel-praziquantel-pyrantel product, with or without vaccination with a comercial Giardia vaccine, for treatment of dogs with naturally ocurring giardiasis. Journal of the American Veterinary Medical Association, v. 220, n.3.p. 330-334, 2002.

ANDERSON, A. K,; BROOKS, S. A.; MORRISON, L. A.; REID-SMITH, J. R., MARTIN, W. S.; BENN, M., D; PEREGRINE, S.A. Impact of Giardia vaccination on asymptomatic Giardia infections in dogs at a research facility. Canadian Veterinary Journal, v. 45, p. 924-930, 2004.

OLSON, E. M.; HANNIGAN, J. C.; GAVILLER, F. P., FULTON, A. L. The use of a Giardia vaccine as an immunotherapeutic agent in dogs. Canadian Veterinary Journal, v. 42, p. 865-868, 2001.

MORIELLO, K. A. Treatment of dermatophytosis in dogs and cats: review of published studies. Veterinary Dermatology, v. 15, p. 99-107, 2004.

HOGENESCH, H.; DUNHAM, D., A.; SCOTT-MONCRIEFF, B. S.; GLICKMAN, T. L.; DEBOER, J., D. Effect of vaccination on serum concentrations of total and antigen-specific immunoglobulin E in dogs. American Journal of Veterinary Research, v. 63, No. 4, p. 611-616. 2002.

DAY, M. J. Infectious triggers of immune-mediated disease. World Small Animal Veterinary Association World Congress Proceedings. 2004 Disponível em: <http://www.vin.com/proceedings/Proceedings.plx?CID=WSAVA2004&Category=1251&PID=8599&O=Generic>. Acesso em 12 out. 2010.

MELLAMBY, R. J.; HOLLOWAY, A.; CHANTREY, J.; HERRTAGE, M. E.; DOBSON, J.M. Immune-mediated haemolytic anaemia associated with a sarcoma in a Flat-Coated Retriever. Journal of Small Animal Practice, v. 45, 2004, 21-24.

ORTLOFF, A.; MORÁN, G.; OLAVARRÍA, A., FOLCH, H. Membranoproliferative glomerulonephritis possibly associated with over-vaccination in a cocker spaniel. Journal of Small Animal Practice, v. 51, p. 499-502. 2010.

KOHN, B.; GARNER, M.; LÜBKE, S.; SCHMIDT, M. F. G.; BENNETT, D.; BRUNNBERG, L.; Polyarthritis following vaccination in four dogs. Veterinary Comparative Orthopaedics and Traumatology, v. 16, p. 6-9, 2003

VITALE, C. B.; GROSS, T. L.; MAGRO, C. M. Vaccine-induced ischemic dermatopathy in the dog. Veterinary Dermatology, v. 10, p. 131-142, 1999

NICHOLS, P. R.; MORRIS, D. O.; BEALE, K. M. A retrospective study of canine and feline cutaneous vasculitis. Veterinary Dermatology, v. 12, p. 255-264, 2001

VASCELLARI, M; MELCHIOTTI, E.; BOZZA, A. M.; MUTINELLI, F. Fibrosarcomas at Presumed sites of injection in dogs: characteristics and comparison with non-vaccination site fibrosarcomas and feline post-vaccinal fibrosarcomas. Journal of Veterinary Medicine. v. 50, p. 286-291, 2003.

HARRUS, S.; WANER, T.; AIZEMBERG, I.; SAFRA, A.; MOSENCO, M.; RADOSHITSKY; BARK, H. Development of hypertrophic osteodystrophy and antibody response in a litter of vaccinated weimaraner puppies. Journal of Small Animal Practice, v. 43, 27-31, 2002

STRASSER, A.; MAY, B.; TELSCHER, A.; WISTRELA, E.; NIEDERMÜLLER, H. Immune modulation following immunization with polyvalent vaccines in dogs. Veterinary Immunology and Immunopathology, v. 94, p. 113-121, 2003.

PHILLIPS, T.; JENSEN, J. L.; RUBINO, M. J.; YANG, W. C.; SCHULTZ, R. Effects of vaccines on the canine immune system. Canadian Journal of Veterinary Research., v. 53, p. 154-160, 1989.

BIAZZONO, L.; HAGIWARA, M, K.; CORRÊA, A, R. Avaliação da resposta imune humoral em cães jovens imunizados contra cinomose contra vacina de vírus atenuado. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science., São Paulo, v. 38, n. 5, p. 245-250, 2001. <disponível em: http://www.scielo.br/pdf/bjvras/v38n5/9716.pdf>

BENITES, N. R.; MELVILLE, P. A. Utilização de Silicea em processos dermatológicos pós-vacinais. Cultura Homeopática. v. 3, n. 6, p. 14-16, 2004.

SCOTT-MONCRIEFF; C. J.; OLIVERA-AZCONA, J.; GLICKMAN, N. W.; GLICKMAN, T. L. Evaluation of antithyroglobulin antibodies after routine vaccination in pet and research dogs. Journal of American Veterinary Medical Association, v. 221, n. 4, p 515-521, 2002.

DODDS, W. J. The immune system and disease resistance. Disponível em: <http://naturalk9.com/PDF/The%20Immune%20System%20and%20Disease%20Resistance%20-%20Dr.pdf>. Acesso em: 15 de set de 2010, 08:38:15.

DODDS, W. J. Clinical approaches to managing and treating adverse vaccine reactions. Disponível em: <http://www.iwclubofamerica.org/Health/Notes_Vaccine_Issues.pdf>. Acesso em: 10 out. 2010.

DODDS, W. J. Vaccine protocols for dogs predisposed to vaccine reactions. Disponível em: <www.cavaliers.co.uk/articles/vaccineprotocols.pdf>. Acesso em 02 de out. de 2010, 11:50:45.

NUNES, C. M.;LIMA, V. M. F.; PAULA, H. B.; PERRI, S. H. V.; ANDRADE, A. M.; DIAS, F. E. F.; BURATTINI, M. N.; Dog culling and replacement in an area endemic for visceral leishmaniasis in Brazil. Veterinary Parasitology, v. 153, p. 19-23, 2008.

DECARO, N.; DESARIO, C.; ADDIE, D. D.; ELIA, G.; ZICOLA, A.; DAVIS, C.; THOMPSON, G.; THIRY, E.; TRUYEN, U.; BUONAVOGLIA, C. Molecular epidemiology of canine parvovirus, Europe. Emerging Infectious Diseases, v. 13, n.8, p 1222-1224, 2007.

MEYER, D.J; COLES, EMBERT, H.; RICH, L. J. Medicina de Laboratório Veterinária. Interpretação e Diagnóstico. São Paulo: Roca, 2003, p. 263 – 264.

Vacinação contra raiva é suspensa em todo o país. Folha de São Paulo online. Disponível em< http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/811539-vacinacao-contra-raiva-e-suspensa-em-todo-o-pais.shtml> Acesso em 22 de janeiro de 2011.

HENDRICK, M. J.; GOLDSCHMIDT, M. H. Do injection site reactions induce fibrosarcomas in cats? Journal of the American Veterinary Medical Association. 1991. 73- DUVAI, D.; GIGER, U. Vaccine-associated immune-mediated hemolyttic anaemia in the dog. Journal of Veterinary Internal Medicine. V. 10, p. 290-295, 1996.

HOGENESCH, H., AZCONA-OLIVERA, J.; SCOTT-MONCRIEFF, C.; SNYDER, P. W.; GLICKMAN, L. T. Vaccine-induced autoimmunity in the dog. Advances in Veterinary Medicine, v. 41, p. 733-744, 1999.

SMITH, C. A. Are we vaccinating too much? Journal of American Veterinary Medical Association, 207(4), p. 421-425, 1995.

Site Synbiotics: http://www.synbiotics.com/Products/CompanionAnimals/Canine/CRF.html Acesso em: 8 de abril de 2011.

Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!

Related Posts with Thumbnails


Cachorro Verde

Este blog é parte integrante do site www.cachorroverde.com.br - o primeiro portal brasileiro sobre alimentação natural para cães e gatos.

Seguidores

Novidades por Email

Inscreva-se informando seu email:

Delivered by FeedBurner

Arquivos

Alimentação Natural

Anúncios Google

Visitantes

web tracker