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	<title>Cachorro Verde</title>
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	<description>Alimentação Natural para Cães e Gatos</description>
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		<title>Alimentação Natural no Jornal Metro SP</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 16:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação Natural]]></category>
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		<category><![CDATA[alimentação natural na mídia]]></category>
		<category><![CDATA[matéria sobre alimentação natural para cães e gatos]]></category>

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		<description><![CDATA[É a Alimentação Natural ganhando espaço na mídia nacional! Clique na figura abaixo para conferir a matéria da simpaticíssima repórter Adriana Cardillo sobre AN para pets, publicada hoje na página 16 do jornal Metro de São Paulo. O Cachorro Verde agradece de coração à jornalista Adriana e ao jornal Metro pela valiosa oportunidade  e à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É a Alimentação Natural ganhando espaço na mídia nacional! Clique na figura abaixo para conferir a matéria da simpaticíssima repórter Adriana Cardillo sobre AN para pets, publicada hoje na página 16 do jornal <strong><a href="http://publimetro.band.com.br/" target="_blank">Metro de São Paulo</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O Cachorro Verde agradece de coração à jornalista Adriana e ao jornal Metro pela valiosa oportunidade  e à veterinária Dra. Luciana Leite, pelo apoio à dieta natural!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.readmetro.com/show/en/MetroSaoPaulo/20100901/1/16/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1941 aligncenter" title="Materia_jornal_metro_Cachorro_Verde" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/09/Materia_jornal_metro_Cachorro_Verde.jpg" alt="" width="640" height="407" /></a></p>
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		<title>Alimentação Natural: questão de prioridade</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 14:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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		<description><![CDATA[Peço que você suspenda pré-conceitos sobre dietas caseiras e embarque comigo em uma reflexão. * A história que segue é fictícia e deve ser lida como um parábola. Imagine que os fabricantes de esteiras &#8211; sim, aquelas esteiras para exercício &#8211; descobriram o potencial do mercado pet. Em pouco tempo, lançam máquinas feitas sob medida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Peço que você suspenda pré-conceitos sobre dietas caseiras e embarque comigo em uma reflexão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1903" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1903"><img class="size-full wp-image-1903 aligncenter" title="esteira" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/08/esteira.jpg" alt="" width="400" height="298" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">* A história que segue é fictícia e deve ser lida como um parábola.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine que os fabricantes de esteiras &#8211; sim, aquelas esteiras para exercício &#8211; descobriram o potencial do mercado pet. Em pouco tempo, lançam máquinas feitas sob medida para cães. Campanhas e anúncios, seguidos de &#8220;artigos científicos&#8221;, investem nos seguintes conceitos:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>- você <strong>não sabe</strong> passear com seu cachorro;<br />
- você não passeia com seu cão tanto quanto deveria;<br />
- passeios são abreviados ou suspensos em dias de chuva ou tempo frio;<br />
- passear na rua é uma prática insalubre, que expõe o cão a doenças parasitárias e infecciosas;<br />
- trancos na guia podem prejudicar a coluna de seu cão;<br />
- passear na rua expõe seu cão a brigas e até mesmo ao risco de atropelamento;<br />
- se as pessoas não têm tempo de praticar atividade física e cuidar da própria saúde, quando é que vão arrumar tempo para passear com seus cães?</em></p>
<p><em>A solução para todas essas questões é a aquisição de uma esteira. Finalmente, surgiu uma maneira civilizada, moderna, eficiente, segura e prática de garantir que o seu melhor amigo pratique todo o exercício que ele precisa! Passear na rua é coisa de gente atrasada!</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Usando de insistência e estratégia, os fabricantes de esteiras vão conquistando o apoio dos veterinários acadêmicos e clínicos-gerais, e dos demais formadores de opinião. Como eles poderiam discordar? Trabalhos científicos  são apresentados e as evidências são convincentes: <em>os cães realmente se expõem a muitos riscos de saúde e perigos passeando nas ruas. Graças aos céus, surgiram as esteiras para cães!</em></p>
<p style="text-align: justify;">Dentro de poucos anos, o uso da esteira está consolidado entre os donos de cães, graças ao apoio da maioria dos veterinários, que além de recomendar a esteira como única opção aceitável de exercícios físicos para cães, passa a comercializar as máquinas em seus pet shops. Com tanta expansão, o segmento se sofistica e passamos a encontrar esteiras direcionadas às raças caninas mais populares. Esteiras pequeninas, para Yorkies. Esteiras com amortecimento, para Teckels. Esteiras refrigeradas, para Buldogues Franceses e Pugs.</p>
<p style="text-align: justify;">E lá se vão 10, 20, 30 anos&#8230; e ninguém mais se imagina exercitando o cão de outra forma.  E nem quer, afinal, o que pode ser mais prático do que &#8220;acoplar&#8221; seu cão a um aparelho que garante um exercício constante e seguro?</p>
<p style="text-align: justify;">Eis que surge um grupo de pessoas que começam a questionar a soberania das esteiras. Começam a se lembrar de como viviam os cães na época de seus pais e avós, quando ainda não existiam esteiras para cães. Quando os cães passeavam com seus donos na rua e brincavam com outros cães em parques públicos. Na opinião desses dissidentes, cães exercitados exclusivamente em esteiras parecem apresentar problemas comportamentais que não eram comuns nos tempos da velha caminhada natural.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses rebeldes resolvem então retomar os costumes antigos e voltam a passear com seus cachorros nas ruas. Mesmo com os trancos na guia, com as eventuais briguinhas entre cães, mesmo sabendo dos riscos de transmissão de doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">Munidas &#8220;apenas&#8221; de bom senso, essas pessoas passam a receber duras críticas, enfrentando repressões e até ameaças. Seus veterinários agora as tratam com desconfiança, fazendo sermões e atribuindo todo e qualquer problema de saúde que seus pets apresentam, às saídas nas ruas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Passear na rua é coisa de gente desocupada e irresponsável</em>, insinuam conhecidos e amigos. <em>Onde já se viu expôr seu cãozinho a um risco desses?</em> <em>E pra quê</em> &#8211; já que há anos contamos com as revolucionárias esteiras de exercícios? <em>Simplesmente não parece valer a pena.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fim da história.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Agora, substitua as <em>esteiras</em> pelo <em>alimento industrializado</em>, as <em>rações</em>. Os <em>passeios na rua</em>, pelas <em>dieta caseiras</em>. E, finalmente, os <em>“rebeldes”</em>, pelos <em>interessados em oferecer uma dieta caseira aos seus cães.</em> E veja como é fácil se deixar levar por tendências que muitas vezes ferem o bom senso e desconsideram o sucesso das tradições anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">Donos conscientes arranjam um tempinho para exercitarem e estimularem seu melhor amigo, seja na rua, no parque ou no quintal de sua casa – ainda que contratem um profissional para fazê-lo. Porque sabem que andar na rua,  respirar ar puro, tomar sol e cumprimentar outros animais e pessoas, faz um bem danado ao cão. Não se imaginam criando o pet de nenhuma outra maneira. Proporcionar atividade física regular para o peludo faz parte da rotina dessas pessoas, quase como um ato automático.</p>
<p style="text-align: justify;">A coisa funciona de maneira bastante semelhante com a Alimentação Natural – ou com qualquer dieta caseira balanceada. Uma grande parte dos adeptos é super ocupada e não cozinha nem para si mesmo. Entretanto, com interesse e paciência, essas pessoas logo pegaram o jeitão da coisa. O fato da dieta natural poder ser 100% crua ajuda bastante. Basicamente, o adepto da AN dispende algumas horinhas mensais ou quinzenais para montar e congelar as porções de comida e uns poucos minutinhos por dia para montar e servir as refeições.</p>
<p style="text-align: justify;">Moral da história: com algumas exceções, todo mundo pode praticar AN ou dieta caseira cozida para seu pet. É só uma questão de priorizar essa iniciativa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm2.static.flickr.com/1148/1054613851_726c06f0b4_o.jpg" alt="" width="518" height="351" /></p>
<p style="text-align: center;">Oliver (Sheltie), Leona (Golden) e Coca (Welsh Terrier) no Centro Cinófilo Salatino</p>
<p style="text-align: left;">Leia também: <a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=1148" target="_self">Veterinários X Alimentação Natural</a></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>O que mais você pode fazer pela saúde do seu pet</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 23:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1782" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1782"><img class="size-full wp-image-1782 aligncenter" title="oliver_dez anos" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/08/oliver_dez-anos.jpg" alt="" width="269" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Nosso Oliver tem quase 10 anos. Não parece, né?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nos tempos de nossos pais e avós, as técnicas de diagnóstico veterinário eram limitadas. Não havia ultrassom, radiografia, endoscopia e boa parte dos exames laboratoriais que investigam os tecidos dos pets à procura de irregularidades. Pouco se falava sobre prevenção de doenças infecto-contagiosas.  Cirurgia e anestesia eram procedimentos arriscados para serem realizados rotineiramente.</p>
<p style="text-align: justify;">Curiosamente, apesar de todo o impedimento e desconhecimento, nossos pais e avós vivem comentando que a saúde dos bichos da época deles dava de dez a zero na frágil condição dos cães e gatos da atualidade, que parecem adoecer com qualquer coisinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Totós e Bichanos de antigamente chegavam ao fim precocemente, aos 8, 10 anos de idade. Mas morriam em paz, segundo nos contam. Sob a árvore, no meio de um cochilo. Não tinham os dentes podres e a boca mal cheirosa. Não se coçavam por alergia &#8211; e sim por pulgas. Não desenvolviam todos esses tumores que vemos hoje e as fêmeas não apresentavam tanta piometra. E olha que naquela época as pessoas não castravam os bichos de estimação. <strong><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=1619" target="_blank">Cálulos urinários eram raríssimos</a></strong>, de acordo com estatísticas veterinárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Onde quero chegar? Nossos animais estão vivendo mais, ultrapassando folgadamente os 10 anos que representavam o limite no passado. Mas será que estão vivendo melhor? Sinceramente, não é o que vejo por aí, lendo e-mails, blogs, livros, etc.  O que percebo é uma explosão de enfermidades crônicas e desabilitantes, doença renal, doença hepática, gastrite, epilepsia, diabetes, displasia, doenças auto-imunes, câncer e alergias, lamentavelmente aparecendo cada mais cedo.</p>
<p style="text-align: justify;">Paradoxalmente, a medicina veterinária clínica e suas especialidades, a cirurgia, as ferramentas diagnósticas e o mercado farmacológico nunca estiveram tão avançados e acessíveis. Então, o que está acontecendo?</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoalmente, acredito que o grande inimigo do bem estar, da saúde e da longevidade é o estilo de vida que os animais  de companhia passaram a ter de duas décadas para cá. De casas, onde tomavam sol e se exercitavam mais, passaram a apartamentos cada vez menores. De comida caseira, passaram a dieta industrializada. Tomavam menos banhos e em casa. Hoje, batem ponto semanalmente em pet shops, onde são tratados com xampus, condicionadores, tonalizantes, perfumes.</p>
<p style="text-align: justify;">A administração anual de vacinas contra 10 doenças (!), de pipetas  inseticidas de uso mensal e de anestesia geral para raspagem de  &#8220;tártaro&#8221;, é algo relativamente novo para o organismo dos pets. Há  20  anos, eram submetidos a muito menos intervenções. Tanta proteção intoxica. Abuse do arsenal que evita doenças agudas e o animal terá doenças crônicas.  Fígado e rins precisam trabalhar para livrar o corpo dos resíduos desses  produtos. O sistema imunológico corre o risco de ficar preguiçoso e até  confuso, já que doses constantes de vacinas, vermífugos e inseticidas  assumem parte de sua função na proteção do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com tantas maneiras de evitar doenças agudas e brandas, nos esquecemos que adoecer pode ser um processo natural de renovação e fortalecimento do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas calma, você não deve virar as costas para as importantes descobertas e recomendações veterinárias dos últimos tempos. Nada disso. Prevenir é ótimo &#8211; e sempre será melhor do que remediar. Existem fármacos excelentes e pouco tóxicos no mercado. Mas podemos prevenir doenças sem depender exclusivamente de produtos sintéticos e intervenções rotineiras. Melhor do que isso: podemos prevenir doenças agindo de dentro para fora. Investindo na resistência natural do indivíduo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se resgatarmos o bom senso da época de nossos avós e associá-lo ao avançado conhecimento técnico que detemos hoje, teremos companheiros mais longevos que os do passado e mais saudáveis que os do presente.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira nossas dicas e <strong>transforme o estilo de vida do seu cão ou gato.</strong> Da mesma forma como aconteceu com a gente, você  vai descobrir que oferecer ao seu pet uma dieta natural é apenas o primeiro passo para uma vida integralmente saudável.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Exercícios físicos regulares</h3>
<p style="text-align: justify;">Cães têm instinto de caça e não dispensam um bom passeio. A atividade física regular intensifica o vínculo cão-dono, fornece estímulo mental, tonifica os músculos, lubrifica as articulações, previne diabetes e obesidade, acalma e socializa o cão e, de quebra, esvazia a bexiga e estimula a sede, o que também ajuda a prevenir doenças, como cistite.</p>
<p style="text-align: justify;">O exercício pode durar meia hora ou mais de uma hora. Vai depender da condição de saúde do cão, da necessidade que ele tem de praticar exercícios e da sua disponibilidade de tempo. Mais importante que a duração do exercício é  a frequência. É melhor exercitar um cão meia hora por dia, do que uma hora duas vezes por semana. E hoje em dia não faltam opções: natação, frisbee, perseguição à bolinha, agility, caminhada ou corrida.</p>
<p style="text-align: justify;">Com muita paciência e recompensa, alguns  gatos podem ser acostumados a passear na guia. A forma mais convencional de exercitar bichanos, contudo,  é por meio  de brincadeiras diárias com varinhas ou com outros produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1783" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1783"><img class="size-full wp-image-1783 aligncenter" title="oliver_piscina" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/08/oliver_piscina.jpg" alt="" width="400" height="272" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">A importância da saúde oral</h3>
<p style="text-align: justify;">Mal hálito, gengivite, dentes tomados por &#8220;crostas&#8221; amareladas ou esverdeadas? São sinais de doença periodontal, o &#8220;tártaro&#8221;, que acomete 80% dos cães e gatos de forma significativa a partir dos três anos de idade. Esse mal silencioso pode ter consequências desastrosas para os rins, para as articulações e para o coração, já que grandes volumes de bactérias da boca têm acesso à circulação sanguínea do animal, podendo se instalar nessas estruturas.</p>
<p style="text-align: justify;">Previna essa doença oferecendo uma dieta abrasiva (que exija mastigação), como a <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br" target="_blank">Alimentação Natural</a></strong>, à base de meaty bones (ossos carnudos) crus. Semanalmente, dê um osso recreativo para o pet limpar com gosto os cantinhos dos dentes que não foram atingidos com a mastigação diária. Saiba tudo sobre meaty bones e ossos recreativos lendo <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/meatybones.php" target="_blank">esse nosso artigo</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Evite oferecer alimentos ricos em carboidratos aos pets. Eles não têm necessidade alguma de carboidratos na dieta e esse tipo de comida se adere aos dentes, onde fermenta e propicia o &#8220;tártaro&#8221; e o mal hálito. Se possível, escove vigorosamente  os dentes do pet pelo menos dia sim, dia não, com pasta e escova apropriadas para cães.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses cuidados, além de garantirem uma boca mais limpa e sadia, dispensarão a necessidade periódica de raspagem do cálculo dental (&#8220;tártaro&#8221;), que envolve anestesia geral e medicação com antibióticos.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Os riscos da radiação</h3>
<p style="text-align: justify;">Com os modernos aparelhos de Raios-x da atualidade, a quantidade de radiação liberada em uma radiografia é  possivelmente insignificante para o animal submetido a esse exame.  Mesmo assim, atente para o fato de que a radiação se acumula no corpo. Não dá para calcular quanto de radiação é suficiente para desencadear processos degenerativos e até câncer nos animais e nas pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é o caso de evitar esse exame tão valioso e acessível. Mas não o banalize. Por exemplo, submeter uma fêmea gestante à radiografia, para poder contar com exatidão o número de filhotes, expõe os frágeis fetos à radiação, o que é questionável. Uma dica de veterinários holísticos como o <strong><a href="http://www.drmarty.com/" target="_blank">Dr. Martin Goldstein</a></strong>, de Nova York, é oferecer doses generosas de vitamina C (1 grama) antes e imediatamente após o exame de Raios-x, a fim de reduzir os efeitos oxidativos da radiação.</p>
<h3 style="text-align: justify;">O sol que cura<strong><br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O contato dos raios solares com os capilares da pele faz com que o corpo sintetize a vitamina D, que é essencial para a imunidade, para combater tumores e obesidade, para o metabolismo do cálcio e para regulação do humor, dentre inúmeras outras funções.</p>
<p style="text-align: justify;">Os felinos não são capazes de produzir vitamina D a partir do contato com os raios do astro-rei. Já os cães &#8211; e seus donos &#8211; devem passar pelo menos alguns minutinhos sob o sol, diariamente. Mas sol filtrado por vidraças não tem efeito! É preciso se expôr diretamente. Com medo de câncer pela exposição ao sol? Leia o excelente artigo <a href="http://www.enxaqueca.com.br/blog/?p=130" target="_blank"><strong>&#8220;O Sol que Cura e o Sol que Mata&#8221;</strong></a> do fascinante médico Dr. Alexandre Feldman.</p>
<p style="text-align: justify;">Cães e gatos de pelagem branca na cara, com o nariz despigmentado e com pouca cobertura de pêlos são mais vulneráveis ao câncer de pele e merecem atenção nesse quesito. Devem tomar sol nas horas de menor intensidade solar e até usar protetor solar nas áreas mais sensíveis.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1787" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1787"><img title="pit_bull" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/08/pit_bull.jpg" alt="" width="288" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Pit Bull de &#8220;nariz&#8221; despigmentado, mais sensível à ação dos raios ultra-violetas<br />
Fonte: <a href="http://www.flickr.com/photos/my-meadow/" target="_blank">http://www.flickr.com/photos/my-meadow/</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">Água de qualidade<strong><br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">De longe, a água é o nutriente mais importante para o organismo. Ao perder míseros 10% de água, o corpo de um homem, cão ou gato entra em desidratação severa e fica à beira da morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Eliminar um volume adequado de urina expulsa do corpo elementos tóxicos e é medida fundamental para prevenir cálculos urinários e infecções bacterianas.</p>
<p style="text-align: justify;">Estimule cães e gatos a beber mais água espalhando vasilhas de água fresquinha &#8211; trocada diariamente &#8211; pela casa. Promova exercícios físicos diariamente e ofereça dieta caseira, uma opção que naturalmente contém até 80% de água, contra os parcos 11% de umidade das rações secas. Igualmente importante é a qualidade da água. Confira <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/agua.php" target="_blank">esse nosso artigo</a></strong> e entenda porque acreditamos que água filtrada é a opção mais pura e saudável para seu pet e sua família!</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">Oportunidades de urinar</h3>
<p style="text-align: justify;">Não basta ingerir bastante água de qualidade. É preciso urinar sempre que se tem vontade, o máximo de vezes ao dia. É isso que nossos médicos nos dizem, não é mesmo? Com os pets deve valer a mesma regra se desejamos prevenir a ocorrência de dolorosos cálculos urinários e infecções de bexiga.</p>
<p style="text-align: justify;">Gatos não precisam passear para fazer xixi. Mas requerem caixas de areia limpas, com granulado sanitário da preferência deles e posicionadas em lugares silenciosos (esqueça a superfície da máquina de lavar) e de fácil acesso.  Para evitar disputas e estresse relacionados ao troninho, especialistas em felinos recomendam disponibilizar uma caixa de areia para cada gato da casa, e uma extra. Ou seja, em uma casa com três gatos, deve haver três liteiras, mais a de reserva.</p>
<p style="text-align: justify;">Cães também precisam se aliviar o máximo de vezes por dia. Segurar o xixi por muitas horas concentra demais a urina, o que predispõe à formação de cálculos e infecções urinárias. Cães que moram em apartamento e foram treinados para fazer xixi apenas na rua, devem descer no mínimo três a quatro vezes por dia. Melhor mesmo é transformar um cantinho do apartamento em banheiro, usando jornal ou <strong><a href="http://www.pipidollys.com.br/" target="_blank">plataformas sanitárias</a></strong>. Assim, ele vai sempre que estiver apertado.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Evite o microondas</h3>
<p style="text-align: justify;">Esse forninho é uma mão na roda. Mas <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/microondas.php" target="_blank">pesquisas</a></strong> alertam: seu uso rotineiro é contra-indicado. O microondas promove um aquecimento anormal que agita as moléculas dos alimentos de forma tão veloz e violenta, que leva a significativas perdas nutricionais. Pior que isso: mesmo exposições breves podem converter elementos da comida em substâncias que fazem mal à saúde, podendo causar câncer e distúrbios hormonais.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Equilíbrio emocional</h3>
<p style="text-align: justify;">Os pets, assim como nós, adoecem quando estão infelizes ou estressados. Todo cão precisa de doses diárias de companhia humana para ser feliz. Mas só um colinho não faz milagre. Cães e gatos precisam de constância na educação e no manejo, exercícios físicos regulares, estímulo mental e enriquecimento ambiental com brinquedos, ossos naturais, etc.  E, muito importante: precisam de respeito e liberdade para serem cães e gatos. Eles podem ser nossos filhos. Mas são filhos caninos e felinos!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1784" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1784"></a><a rel="attachment wp-att-1784" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1784"><img class="aligncenter size-full wp-image-1784" title="yoshi_fio" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/08/yoshi_fio.jpg" alt="" width="301" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">Cuidado com o excesso de banhos</h3>
<p style="text-align: justify;">O banho remove a camada de gordura que protege a pele dos pets, tornando-a vulnerável à ação de fungos, bactérias e substâncias que podem causar alergias. Mais de um banho a cada 10 dias é exagero. (Damos no máximo um banho por mês em nossos cães &#8211; todos de pelagem longa &#8211; e um banho a cada 3 semanas em nosso gato Persa.)</p>
<p style="text-align: justify;">Prefira produtos sem odor forte e de pH neutro, adequados para a pele e para a pelagem felina ou canina. Não use sabão no pet. Como diz meu ilustre professor de Dermatologia Veterinária: <em>sabão, mesmo o de coco, é para lavar roupa. Para corpo, tem que ser sabonete ou xampu.</em></p>
<p style="text-align: justify;">A dica quente para espaçar os banhos, é escovar frequentemente a pelagem. A escovação é prazeirosa, reforça o vínculo dono-cão, não sensibiliza a pele à ação de produtos químicos, remove pêlos mortos, sujeira e alérgenos e aumenta a circulação sanguínea local, o que deixa os pêlos mais bem nutridos e bonitos!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Prefira terapias complementares (&#8220;alternativas&#8221;)</h3>
<p style="text-align: justify;">Medicamentos convencionais são imprescindíveis em  muitos casos &#8211; mas quase sempre é possível tentar primeiro um tratamento  com terapias alternativas. Opções de tratamentos incluem Homeopatia, Acupuntura, Fitoterapia Chinesa ou ocidental, Florais de Bach ou de Saint Germain e Quiropraxia.</p>
<p style="text-align: justify;">Somos fãs da <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/homeopatia.php" target="_blank">Homeopatia</a></strong>. Ela já curou ou melhorou muito casos de alergia, otites, infecções genitais, problemas comportamentais, dores, e até delicados quadros ortopédicos de nossos cães e gatos, sem efeitos colaterais, sem viciar e sem sobrecarregar os rins e fígado deles.  Com <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/acupuntura.php" target="_blank">Acupuntura</a></strong>, outra terapia fascinante, nossa Golden recuperou a movimentação de uma pata fraturada e submetida sem sucesso a uma complicada cirurgia. Era candidata a uma segunda cirurgia! Antes de tratar nossa turma com corticóides, antibióticos, analgésicos e antiinflamatórios, damos uma chance à Homeopatia, frequentemente com surpreendentes resultados.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Maneire nos anti-pulgas e carrapaticidas</h3>
<p style="text-align: justify;">Como diz a veterinária norte-americana <strong><a href="http://healthypets.mercola.com/sites/healthypets/archive/2010/03/31/dangers-of-flea-and-tick-problems.aspx" target="_blank">Dra. Karen Becker</a></strong>,<em> &#8220;Só porque um composto é aplicado ou usado na pelagem do seu pet não significa que seja seguro. Lembre-se: o que é aplicado na pele do animal, também entra no organismo por absorção através da pele ou por ingestão quando o bicho se lambe&#8221;</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses produtos são inseticidas e apenas nos Estados Unidos estão relacionados a mais de 40 mil casos de intoxicações nos pets anualmente.  Mais uma vez, não é para abolir seu uso. No pico do verão, por exemplo, pode ser muito difícil controlar infestações de pulgas e carrapatos sem a ajuda de um produto mais forte. Aqui, conseguimos controlar com sucesso pulgas e carrapatos com no máximo duas doses anuais de pipetas anti-pulgas. E olha que temos cães e gatos e moramos em casa com jardim.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se que pulgas, carrapatos, mosquitos e outros parasitos se alimentam primeiro em animais menos saudáveis. Portanto, o objetivo do controle preventivo de pulgas e carrapatos é promover a saúde máxima de seu cão ou gato. Naturalmente isso tornará o pet mais resistente e menos atraente aos parasitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para aumentar a resistência natural do organismo, mantenha o pet no peso ideal (gordinhos são imunossuprimidos), ofereça dieta natural, vacine e medique com moderação e  forneça diariamente suplementos com ação repelente, como pedacinhos de alho fresco (algo como 1/5 de um dente médio de alho para cada 10kg de peso) e uma colher de café ou de chá de levedura de cerveja em pó, dependendo do porte do animal. Uma colher de sobremesa de vinagre de maçã na vasilha de água do pet também ajuda a espantar esses parasitos.</p>
<p style="text-align: justify;">E por fim, não descuide da limpeza do ambiente, onde ficam 95% das formas imaturas de pulgas e carrapatos. Passe o aspirador de pó frequentemente, tomando o cuidado de jogar o saco fora a cada aspiração. Parece exagero, mas o calor do aspirador faz as pulgas emergirem das pupas e com isso o saco não descartado se torna um criatório de pulgas adultas famintas que rapidamente infestam o animal e o ambiente. Mantenha a grama do jardim sempre aparada e livre de folhas mortas, para que o sol destrua as fases intermediárias das pulgas. Deixe limpas caminhas, casinhas, cobertores e outras superfícies onde o animal dorme, lavando-as com frequência e colocando-as no sol diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Dê uma chance a produtos homeopáticos anti-pulgas e anti-carrapatos como <strong><a href="http://www.arenales.com.br/loja/catalogo-cat.asp?cat=4" target="_blank">esses da Arenales</a></strong> ou <strong><a href="http://www.homeopet.com.br/Categorias/Resolva+agora/Carrapatos+e+pulgas/2/0/0/0/0/0/0+40+Data/" target="_blank">esses da HomeoPet</a></strong>. Muitas pessoas relatam bons resultados. Esses remédios não intoxicam, não viciam e não têm contra-indicações, podendo ser usados o ano todo.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Dieta natural<strong><br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Você é o que você come.&#8221;</em> E com seu pet não é diferente<strong>. </strong>Cada vez <strong><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=1423" target="_blank">mais estudos</a></strong> estão comprovando aquilo que instintivamente já sabíamos: dietas caseiras balanceadas são superiores à alimentação industrializada. Não é à toa que os nutricionistas de humanos recomendam o consumo de alimentos frescos e variados e nos mandam maneirar nos industrializados, nas sopas de pacote, shakes, barrinhas, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma dieta caseira contém 70% de umidade natural, o que favorece a saúde dos rins e da bexiga. Pode ser composta por alimentos frescos e saborosos, de alto valor nutricional, como carnes, fígado, ovos, peixes, legumes, verduras e frutas, o que garante a ingestão de vitaminas, minerais, aminoácidos,  antioxidantes e ácidos graxos 100% naturais.</p>
<p style="text-align: justify;">A dieta caseira dispensa aditivos químicos potencialmente prejudiciais à saúde, como conservadores, corantes, flavorizantes, aglutinantes, acidulantes, sal em excesso, etc, e pode ser formulada sob medida para a espécie, idade e condição de vida e de saúde de seu cão ou gato.</p>
<p style="text-align: justify;">Você conhece a <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br" target="_blank">Alimentação Natural</a></strong> (AN) para pets? É uma dieta caseira à base de carnes, vísceras e ossos crus; o alimento que os lobos e felinos consomem na Natureza.  A AN se baseia em modelos já consagrados desenvolvidos por veterinários australianos no final da década de 1980. Na nossa opinião, oferecer uma dieta verdadeiramente compatível com a fisiologia e com o metabolismo de seu animal de estimação é um dos pilares da boa saúde e da longevidade.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1785" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1785"><img title="fritz" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/08/fritz.jpg" alt="" width="267" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;">O Schnauzer Fritz recebe uma dieta natural</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">Castração</h3>
<p style="text-align: justify;">Esterilizar o pet cirurgicamente pode ser uma medida importante para a longevidade e saúde dele. Gatos inteiros, por exemplo, saem mais às ruas, onde disputam fêmeas e brigam com outros machos, ficando sujeitos a atropelamentos, envenenamentos e infecção por vírus felinos. Cães também podem lucrar com a castração, que evita terminantemente a perigosa piometra (infecção do útero) e que, se feita até uma certa idade, previne tumores de mama e desmotiva fugas  estimuladas pelo instinto de copular. E, talvez o mais importante, tendo em vista o sofrimento coletivo: castrar os pets é medida fundamental para controlar a população de animais sem lar.</p>
<p style="text-align: justify;">A castração é indicada para todos os cães e gatos que não se destinam à reprodução oficial, conduzida por um criador apto e idôneo. Entretanto, tem-se discutido muito sobre as vantagens e desvantagens de se castrar os pets antes ou logo após a puberdade. Há que se pesar os prós e os contras. Por motivos que levanto <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/castracao.php" target="_blank">nesse artigo</a></strong>, com 14 textos veterinários recentes como referência, preferi castrar os minhas cadelas após sua puberdade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1786" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1786"><img class="aligncenter size-full wp-image-1786" title="goldens_roupinhas" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/08/goldens_roupinhas.jpg" alt="" width="267" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Sarabi e Corah, de macacãozinho cirúrgico, depois da castração</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">Genética/Canil<strong><br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Se você está disposto a comprar um filhote, em vez de adotar, informe-se a respeito das principais doenças de caráter genético daquela raça e veja se existem exames confiáveis que avaliam os cães reprodutores quanto às chances de transmissão hereditária de doenças, como displasia coxofemoral, doença cardíaca, atrofia progressiva de retina, etc. Não existem garantias. Mas é uma maneira de tentar reduzir o risco de adquirir um filhote com doenças que podem ser controladas.</p>
<p style="text-align: justify;">Também aconselhamos que você procure evitar a compra de filhotes frutos de acasalamentos consanguíneos, também chamados de <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Inbreeding" target="_blank">inbreeding</a></strong>. Conforme abordamos com mais detalhes no artigo <strong><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=1447" target="_blank">&#8220;Por fora, bela viola&#8230;&#8221;</a></strong>:  <em>Quando não estamos mais falando de  raças em formação, quando já temos no mundo uma quantidade suficiente de  exemplares de uma raça para diversificar os acasalamentos e ampliar o  gene pool, será que o inbreeding continua sendo uma necessidade? </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a onclick="javascript:_gaq.push(['_trackEvent','outbound-article','www.canine-genetics.com/lifespan.html']);" href="http://www.canine-genetics.com/lifespan.html" target="_blank">Pesquisas recentes</a></strong> indicam que a consangüinidade não é o atalho genético inócuo que muitos  criadores acreditam ser. Coincidência ou não – pessoalmente, acredito  que não – a média de longevidade dos Goldens das linhagens de trabalho,  que carregam muito menor taxa de inbreeding, é superior à média de  longevidade dos Goldens extremamente consangüíneos criados para  exposições de beleza.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto importante é o manejo do filhote no canil. Práticas contra-indicadas incluem:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Desmame precoce, realizado antes dos 30 dias de vida da ninhada.</li>
<li>Aplicação de vacina polivalente V8 ou V10 antes dos 60 dias de vida. Melhor seria aplicar uma vacina com menos antígenos, como a <strong><a href="http://www.intervet.com.br/products/nobivac__puppy_dp/010_caracter_sticas.aspx" target="_blank">V2 (&#8220;Puppy&#8221;)</a></strong>, que protege contra cinomose e parvovirose, as doenças que mais acometem filhotes novinhos. Nessa idade, vacinas com mais &#8220;doenças&#8221; são um exagero, o organismo do bebê não tem condições de formar anticorpos para dez antígenos e a maior parte deles será destruída pelos anticorpos maternos.</li>
<li>Vacinar e entregar o filhotinho no mesmo dia. É um duplo desafio para o organismo, com consequências para a imunidade. E o corpo leva pelo menos 7 dias para formar anticorpos.</li>
<li>Entregar o filhotinho antes de pelo menos 60 dias de vida. Quanto mais tempo o filhote puder passar com a mãe e com os irmãozinhos, melhor. Um filhote entregue antes disso teve que ser vacinado muito antes, o que é contra-indicado até pelos fabricantes de vacinas e pode prejudicar seriamente o frágil e imaturo sistema imunológico.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Não exagere nas vacinas<strong><br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Essa é a questão mais polêmica de todas. Mas, na nossa opinião, é também uma das mais importantes. Vacinas protegem com eficiência nossos pets contra doenças virais perigosas, como a parvovirose e a cinomose. Entretanto, muitos veterinários, imunologistas e pesquisadores vêm questionando, <a href="http://thewholedog.org/wholedognews/?p=541" target="_blank"><strong>há mais de 30 anos</strong>,</a> a recomendação de re-vacinar cães e gatos anualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode não acreditar, mas essa recomendação foi criada pelos fabricantes de vacinas na década de 1970 e não é apoiada por nenhum (nenhum!) estudo científico. Tanto é que nenhuma pessoa que você conhece recebe vacinas todos os anos. Isso é absurdo e desnecessário, já que nossa imunidade &#8211; e a dos animais &#8211; tem memória. Não é questão de abolir as vacinas. E sim de usá-las com cautela, de saber quando e quais devem ser aplicadas de acordo com o estilo de vida e com os riscos reais que cada pet corre.</p>
<p style="text-align: justify;">As vacinas da série de filhote são super importantes. Um reforço das vacinas realmente importantes e eficientes feito a cada três anos, até o início da velhice do animal, me parece razoável. Mais do que isso, é exagero. E pode fazer <strong>muito mal,</strong> segundo apontam inúmeros artigos escritos por veterinários, como <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/vacinacao.php" target="_blank">esse</a></strong>, <strong><a href="http://www.weim.net/emberweims/Vaccine.html" target="_blank">esse</a></strong>, <strong><a href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=1555" target="_blank">esse</a></strong> e <strong><a href="http://www.news.wisc.edu/8413" target="_blank">esse</a></strong>. Para muitos especialistas, o excesso de vacinas é o principal suspeito de causar alergias e câncer nos pets. Na Europa, Estados Unidos, Canadá e Oceania essa questão é amplamente difundida. Se seu veterinário desconhece esses conceitos, envie esse material a ele.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Vermifugação com critérios<strong><br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Vermífugos são&#8230;veneno. Literalmente. Veneno para vermes. É sabido, por exemplo, que seu uso rotineiro afeta o fígado. Entretanto, assim como é o caso com as vacinas, não é preciso fugir dos anti-parasitários, mas saber usá-los. Fêmeas devem ser vermifugadas antes de serem acasaladas, por exemplo, para evitar que sofram com parasitismo durante a gestação, quando fica arriscado vermifugar a cadela ou a gata.</p>
<p style="text-align: justify;">Com 15 dias de vida, os filhotinhos devem ser vermifugados, uma vez que um processo natural aconteceu durante a gestação: a migração de larvas de vermes presentes nos músculos das mães, para os fetos. Duas semanas depois, esses filhotes devem receber uma nova dose de vermífugo, para destruir os vermes que resistiram à primeira medicação. Em situações como essas, o vermífugo é útil e necessário. Mas vermifugar a cada 3 meses, para o resto da vida? Não concordo. Na idade adulta, o organismo adquire resistência e parasitos intestinais redondos e chatos deixam de ser um problema. Se incistam na musculatura, onde não causam nenhum desconforto ou doença ao hospedeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Em vez de repetir a vermifugação dos meus pets, o que faço quando eles atingem a vida adulta é submeter periodicamente amostras de suas fezes ao exame coproparasitológico. Esse exame pesquisa a presença de parasitos intestinais. Se o exame deu negativo e eles estão sem sintomas de verminose, não faço absolutamente nada. (Até hoje os exames sempre deram negativos &#8211; olha aí a imunidade!). Meu cão mais velho, nascido em 2001, recebeu a última dose de vermífugo há pelo menos 6 anos. Em caso de exame positivo, é só medicar de acordo com o parasito encontrado.</p>
<p style="text-align: justify;">Para prevenir verminoses, pico bem miudinho meio dente de alho cru e divido no jantar dos meus cães, de acordo com o porte de cada um. Está bem longe da dosagem que intoxica, não se preocupe. O alho tem propriedades fantásticas: é viricida, bactericida, vermicida e combate o câncer, a hipertensão e o colesterol. Só não uso para os gatos, que são mais sensíveis à toxicidade do alho. Outros vermicidas naturais conhecidos incluem licor de cacau, sementes de abóbora e folhas de hortelã.<a rel="attachment wp-att-1787" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1787"><br />
</a></p>
<h3 style="text-align: justify;">Material das tigelas</h3>
<p style="text-align: justify;">Com tantos tipos de comedouros e vasilhas para água, como saber qual escolher? De plástico? De cerâmica? De alumínio? De inox? De vidro? Leia <a href="http://www.cachorroverde.com.br/comedouros.php" target="_blank"><strong>esse nosso artigo</strong></a> e entenda porque você deve aposentar o quanto antes os potinhos de plástico e de alumínio em favor de recipientes de inox ou vidro.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Suplementos naturais</h3>
<p style="text-align: justify;">Oferecer uma dieta fresca, variada e adequada a espécie que irá consumi-la ao meu ver é um dos principais cuidados que devemos ter com nossos cães e gatos. Mas você pode ir além. Pode suplementar a alimentação do pet com uma  proporção maior de nutrientes e elementos valiosos que são escassos na maioria dos alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Alimentação Natural que divulgamos no site <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br" target="_blank">Cachorro Verde</a></strong>, entram suplementos naturais: alho fresco, iogurte natural integral, azeite de oliva e levedura de cerveja em pó. (Os gatos não ganham alho, por serem mais sensíveis á toxicidade desse alimento.)</p>
<p style="text-align: justify;">O alho fresco potencializa a imunidade, o iogurte mantém o equilíbrio intestinal, os óleos fornecem ácidos graxos e a levedura de cerveja em pó é uma injeção de vitaminas do complexo B. Para meus cães, ofereço ainda, vitaminas E e C, que combatem a oxidação causada pela poluição, estresse, doenças e o envelhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha Golden, Corah, que tem displasia coxofemural recebe um suplemento com condroitina, glucosamina, ácido hialurônico, manganês, zinco, selênio e MSM, que dá suporte às articulações. Em vez de azeite de oliva, ofereço cápsulas de óleo de peixe a meus cães e gatos, diariamente. O óleo de peixe é fonte do melhor tipo de ômegas-3 (EPA e DHA), que combatem inflamações, tumores e fazem bem ao coração, cérebro, pele, rins e aparelho urinário.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Adestramento e educação</h3>
<p style="text-align: justify;">Cães educados e adestrados são mais equilibrados e nos compreendem melhor. A comunicação mais fácil reduz a frequência de broncas e castigos e isso diminui o estresse e a ansiedade do cachorro. Além disso, cães educados se comportam melhor e isso leva a mais oportunidades de frequentar shoppings, praças, padarias, parques, praias, etc. Caso escape da guia, um cachorro adestrado poderá ser ordenado a sentar e a ficar e isso poderá impedir acidentes, fugas e brigas com outros cães.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Cuidado com a anestesia</h3>
<p style="text-align: justify;">Anestesia é um dos principais fatores de risco em um procedimento cirúrgico. Para reduzir as chances de algo dar errado na cirurgia, prefira submeter seu cão ou gato a cirurgias acompanhadas por um veterinário cirurgião e por um veterinário anestesiologista. Existem bons profissionais que operam e anestesiam, mas esse não é o caminho mais seguro. Aliás, desconfie de quem oferece cirurgias muito baratas. Alguns veterinários ainda lançam mão de protocolos anestésicos antigos que imobilizam o animal para cirurgia, mas que não tiram bem a dor das incisões e manipulações durante o procedimento.  Esses protocolos anestésicos pouco analgésicos costumam ser mais em conta e em geral são adotados por profissionais que, sozinhos, operam e anestesiam.</p>
<p style="text-align: justify;">Como toda anestesia &#8211; e cirurgia &#8211; implica em risco e pode prejudicar órgãos como o fígado, os rins e o coração, além de baixar a imunidade, não banalize esse procedimento. Em vez de submeter o pet a extrações do cálculo dental (&#8220;tártaro&#8221;) anualmente, prefira fazer uma forcinha e escovar os dentes dele pelo menos a cada dois dias. Ofereça periodicamente grandes ossos porosos crus para que ele também ajude a manter os dentes limpos. Esses cuidados espaçam a frequência dessas cirurgias e poupam o seu bolso.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Evite a obesidade</h3>
<p style="text-align: justify;">Atualmente sabemos que animais obesos:<strong><br />
</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Vivem em média 2 anos a menos, conforme mostrou um estudo com Labradores;</li>
<li>Apresentam maior incidência de cardiopatias;</li>
<li>Desenvolvem diabetes por resistência à insulina;</li>
<li>Apresentam intolerância ao exercício físico;</li>
<li>Sofrem mais com doenças osteoarticulares;</li>
<li>Podem apresentar dificuldade respiratória;</li>
<li>Têm a imunidade mais baixa;</li>
<li>Estão mais predispostos a hiperlipidemia (gordura em excesso no sangue);</li>
<li>Enfrentam mais dificuldades para emprenhar, gestar e parir;</li>
<li>Têm mais tendência a desenvolver tumores mamários;</li>
<li>Estão mais sujeitos à malasseziose e outras afecções dermatológicas;</li>
<li>Correm mais riscos anestésicos;</li>
<li>Tornam difícil a realização de exames exploratórios, como radiografia, palpação e auscultação;</li>
<li>Têm mais chance de romper o ligamento cruzado;</li>
<li>Freqüentemente apresentam infiltração gordurosa no fígado;</li>
<li>Correm mais risco de sofrer uma pancreatite hemorrágica aguda;</li>
<li>São mais propensos à hipertermia em dias quentes;</li>
<li>Têm maior tendência à formação de cálculos urinários de oxalato de cálcio;</li>
<li>São mais predispostos (no caso de fêmeas) à incontinência urinária;</li>
<li>Apresentam maior incidência de infecções urinárias;</li>
<li>Formam mais calos de apoio.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, um pet gordinho não é um animal mais fofo, mais forte, nem mais feliz. Ele sofre com o sobrepeso. As células de gordura produzem substâncias inflamatórias, que acentuam as dores e as limitações. Se seu cão tem brigado com a balança, você precisa ler nosso <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/perdadepeso.php" target="_blank">guia para perda de peso com dieta caseira</a></strong>. Você vai aprender a determinar o peso ideal de seu cão, analisará todos os fatores que o levaram à obesidade e poderá instituir, com acompanhamento do veterinário, nossas sugestões de dietas caseiras. Com essa reeducação alimentar e incorporação de caminhadas diárias, seu melhor amigo retornará ao peso ideal sem sofrimento e com saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação a gatos, a coisa é mais complicada. Gatos obesos precisam ser acompanhados de perto por um veterinário com experiência em endocrinologia felina. Isso, porque os gatos têm uma particularidade: se emagrecem muito depressa, têm o fígado inundado por gordura, o que literalmente emperra o funcionamento desse importantíssimo órgão. Devido a essa condição, chamada lipidose hepática, o gato adoece rapidamente e pode morrer em questão de dias.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1788" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1788"><img class="size-full wp-image-1788 aligncenter" title="maya_emforma" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/08/maya_emforma.jpg" alt="" width="400" height="302" /></a><br />
Nossa Maya, Dachshund Pelo Longo, super em forma e saudável!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Check-ups periódicos<strong><br />
</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Você sabia que foi pensando nos check-ups anuais que na década de 1970, os fabricantes de vacinas, em conjunto com os veterinários, criaram a recomendação dos reforços vacinais anuais? Naquela época, os pets eram vacinados somente quando filhotes, assim como acontece com nossas crianças.  Depois de adultos, esses animais voltavam pouco ao consultório, apenas quando desenvolviam sintomas percebidos pelos donos. Pensando em aumentar o número de consultas e também em prevenir doenças por meio de exames rotineiros, veterinários e farmacêuticos investiram na ideia dos reforços vacinais anuais.</p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa claramente pegou, embora na minha opinião &#8211; e na opinião de <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/vacinacao.php" target="_blank">inúmeros veterinários</a></strong> &#8211; os reforços anuais  tragam mais problemas do que benefícios aos animais. E o que é pior: frequentemente, os veterinários se esquecem de realizar um check-up completo antes de imunizar o animal, o que ironicamente põe a perder todo o propósito dessa iniciativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo: leve seu cão ou gato ao veterinário anualmente. Não pelas vacinas, mas pelo exame preventivo. Principalmente quando ele tiver mais de 7 anos. O veterinário vai pesar o animal, palpá-lo, auscultar o coração e os pulmões, olhar os dentes, examinar os olhos e os ouvidos, inspecionar a pele e a pelagem e solicitar exames, caso ache necessário. Esse cuidado previne ou detecta problemas no comecinho, evitando sofrimentos e surpresas desagradáveis lá na frente.</p>
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		<title>Rações para cães e gatos podem contaminar com salmonela (também) as pessoas ?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 03:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Ração]]></category>
		<category><![CDATA[ração faz mal; salmonela em ração para cães]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: blog Mãe de Cachorro Também é Mãe! Um relatório do governo dos Estados Unidos diz que sim e detalha o que seria o primeiro surto em pessoas contaminadas com alimentação animal. Como? Clique aqui e leia! Mas leia também este outro texto aqui e minhas considerações abaixo sobre o assunto, por favor&#8230; De salmonela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> blog <strong><a href="http://www.maedecachorro.com.br/2010/08/racoes-para-caes-e-gatos-podem.html#more" target="_blank">Mãe de Cachorro Também é Mãe!</a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="post-845830746051307312" style="text-align: justify;"><!-- #fullpost{display:inline;} --></p>
<div style="text-align: center;"><strong><img src="http://lh3.ggpht.com/_gWqerMk_ui0/TGNbG9YcrXI/AAAAAAAAOig/GWMGoDM7m-U/salmonela%5B19%5D.jpg?imgmax=800" border="0" alt="" width="200" height="181" /> </strong></div>
<div><strong>Um </strong>relatório  do governo dos Estados Unidos diz que sim e detalha o que seria o  primeiro surto em pessoas contaminadas com alimentação animal. Como? <strong><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/780220-racao-de-cachorro-pode-deixar-criancas-doentes-diz-relatorio-dos-eua.shtml" target="_blank">Clique aqui</a></strong> e leia!</div>
<div>Mas <strong>leia também</strong> <strong><a href="../?p=1423" target="_blank">este outro texto aqui</a></strong> e minhas considerações abaixo sobre o assunto, por favor&#8230; De  salmonela eu entendo um pouco, afinal, quase morri de salmonelose quando  tinha 15 anos!!!</div>
<div><strong>1)</strong> A bactéria da salmonela só apresenta risco para cães imunossuprimidos (ou seja, com imunidade baixa)</div>
<div><strong>2) </strong>A  bactéria da salmonela existe na ração, na carne crua, na lagartixa e no  passarinho caçados, no lixo revirado, no solo de parques e na grama do  jardim, no cocô dos passarinhos e na água do vaso sanitário&#8230; Em  resumo, existe na rotina de seu pet e na sua!<strong> </strong></div>
<div><strong>3) </strong>Já  nos humanos&#8230; as pessoas são menos resistentes à bactéria da salmonela  por terem hábitos de higiene e por consumirem carnes cozidas. Mas,  teoricamente, também é preciso estar com a imunidade comprometida, e  é por  isso que crianças e idosos correm mais riscos de contraírem a doença,  que não é a salmonela e sim a salmonelose.</div>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<div><strong>4)</strong> Ter a bactéria da salmonela não  é mesmo que desenvolver salmonelose. Salmonelose é a doença, significa  que a bactéria colonizou o trato intestinal. Ter salmonela  significa que existe uma pequena população que está sendo mantida sob  controle no trato intestinal.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>E como estudar nunca é demais e é tãooo bom/necessário/gostoso/útil estar bem informado</strong>, sugiro que vocês leiam também este <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/carnecrua.php" target="_blank">link aqui</a></strong>, que fala de bactérias, nossos peludos e nós!</div>
</div>
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		<title>Alimentação e sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 15:09:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Polêmica]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação natural]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[Gatos]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Camilli Chamone e Sylvia Angélico Sou carnívoro obrigatório &#8211; e preciso ser alimentado como tal para ter saúde Há algum tempo, levantou-se a questão do crescimento econômico da bovinocultura de corte não estar conciliado ao crescimento do bem-estar social e preservação do ambiente natural, emergindo discussões sobre desenvolvimento sustentável, ou ainda, sobre a sustentabilidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong><a href="http://villechamonix.blogspot.com/" target="_blank">Camilli Chamone</a></strong> e Sylvia Angélico</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1737" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1737"><img class="aligncenter size-full wp-image-1737" title="cat" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/08/cat.jpg" alt="" width="352" height="485" /></a><em> </em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Sou carnívoro obrigatório &#8211; e preciso ser alimentado como tal para ter saúde</em></p>
<p style="text-align: justify;">Há algum tempo, levantou-se a questão do crescimento econômico da bovinocultura de corte não estar conciliado ao crescimento do bem-estar social e preservação do ambiente natural, emergindo discussões sobre desenvolvimento sustentável, ou ainda, sobre a sustentabilidade dos processos produtivos adotados.</p>
<p style="text-align: justify;">Do dia para a noite, os bois tornaram-se grandes vilões, sendo responsáveis por emitir quantidades absurdas de metano na atmosfera e por devastar grandes florestas. Por conta disso, um enorme exército de anti-bovinos e novos vegetarianos foi formado.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada contra o vegetarianismo. Mas, se a <strong>única</strong> motivação do indivíduo for ecológica, dentro do conceito global de sustentabilidade, acredito que pode-se fazer muito mais pelo meio ambiente e, também, pelo social, através de formas muito simples, como, por exemplo, utilizando o transporte coletivo ao invés do carro particular.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1738" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1738"><img class="size-medium wp-image-1738 aligncenter" title="sarabi" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/08/sarabi-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>Sou carnívoro, ainda que facultativo, e preciso ser alimentado como tal para ter saúde</em></p>
<p>Certa vez, recebi um e-mail que dizia o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sei que a opção por uma alimentação vegetariana é minha e tem como base certas convicções, e nao vou mentir e dizer que mexer diretamente com carne não me incomodara. Certamente, ficarei pensando em quantas pessoas passaram fome para que aquele boi fosse alimentado, ou quantos mil litros de água foram gastos para a sua formação. A ração, apesar de não ser tão saudável representa um aproveitamento de certos materias que seriam jogados fora, e isso, para mim, parece ecologicamente mais correto do que alimentar o meu animal diretamente com carne. Nesse aspecto prefiro fazer uma ponderação para atender as necessidades tanto do meu animal, quanto da natureza.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Nesta ocasião, eu não quis me delongar neste assunto, mas pensei o óbvio: <em>Por que a <strong>atividade industrial</strong>, principal responsável pela emissão de gases na atmosfera/poluição/efeito estufa está sendo desconsiderada neste discurso?</em></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"> E a água excessivamente consumida nos processos industriais?</li>
<li style="text-align: justify;">Que fim (ecológico) leva o plástico das embalagens, que naturalmente consome mais de 100 anos para decompor-se?</li>
<li style="text-align: justify;">Alguém já parou para pensar no estrago e na devastação ambiental que as culturas de soja e milho produzem? Se é para parar de comer carne bovina por questões ambientais, também, aconselho parar de comer soja e milho, pelas mesmas razões. A propósito, rações para cães contêm <strong>muita</strong> soja e milho.</li>
<li style="text-align: justify;">De onde vem o agrotóxico utilizado na agricultura?</li>
<li style="text-align: justify;">Ainda deve ser considerado que, se um animal ficar doente com mais frequência, em função de uma d<strong>ieta industrializada</strong>, ele consumirá mais água, mais medicamentos industrializados, mais plástico, mais algodão, mais papel, etc.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1739" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1739"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1739" title="furao" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/08/furao-235x300.jpg" alt="" width="235" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Sou carnívoro estrito, assim como o gato, e preciso ser </em><em>alimentado</em><em> como tal para ter saúde.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Um planeta sustentável não depende apenas de deixar de comer carne, depende de um conjunto de atitudes coerentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenha em mente, por exemplo, que:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Tendo filhos &#8211; e, diretamente, aumentando o consumo-, as pessoas estão produzindo um impacto ambiental negativo,</li>
<li>Andando de carro próprio, ao invés de utilizar o transporte coletivo, as pessoas não estão contribuindo para o desenvolvimento sustentável do planeta,</li>
<li>Uma relaxante hidromassagem, antes do banho, pode custar – no mínimo &#8211; 300 litros de água pura e cristalina,</li>
<li>O ouro e as pedras preciosas/semi-preciosas &#8211; sonho de consumo de muitas pessoas &#8211; não são obtidos por processos sustentáveis. <strong><a href="http://www.periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/article/viewFile/14/13" target="_blank">Confira, lendo aqui.</a></strong></li>
<li>Muitas culturas são agressivas ao solo e desmatam, portanto não contribuem para o desenvolvimento sustentável do planeta,</li>
<li>A atividade industrial contribui para a emissão de gases tóxicos na atmosfera e poluição das águas, sendo a maior responsável pelo efeito estufa,</li>
<li style="text-align: left;">A castração de animais de companhia e a posse responsável reduzem o número de cães e, também, contribuem para reduzir o impacto negativo no ambiente,</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1741" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1741"><img class="size-medium wp-image-1741 aligncenter" title="coelho" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/08/coelho-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>Sou estritamente herbívoro e preciso ser </em><em>alimentado</em><em> como tal para ter saúde.<br />
</em></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O combate à obesidade humana e animal, também, é importante, porque há muitas pessoas e animais comendo por dois ou mais indivíduos,</li>
<li>A Ana Corina, do Mãe de Cachorro Também é Mãe, <strong><a href="http://www.maedecachorro.com.br/2010/07/alimentacao-natural-dicas-praticas-para.html" target="_blank">publicou dicas sensacionais para economizar na alimentação natural</a></strong>, oferecendo alimentos “de descarte”, porém de ótimo valor nutricional para pets. Isso é uma atitude sustentável!</li>
<li>Existe alternativa de dieta vegetariana para cães, como essa: <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/vegetariano.php" target="_blank">http://www.cachorroverde.com.br/vegetariano.php</a></strong> &#8211; mas é preciso ficar de olho e visitar o veterinário para <em>check-ups</em> regulares, já que <strong>essa dieta não é a opção mais fisiológica para carnívoros como os caninos</strong>,</li>
<li>Pessoas que possuem uma grande quantidade de cães, ou cães de grande porte, podem optar por uma dieta menos carnívora,</li>
<li>As pessoas que se preocupam muito com essa questão e se sentem incomodadas com o manuseio de carnes e vísceras podem cogitar a aquisição de pets herbívoros, como aves, coelhos, porquinhos-da-Índia e hamsters.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1740" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1740"><img class="size-medium wp-image-1740 aligncenter" title="hamster" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/08/hamster-231x300.jpg" alt="" width="231" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><em>Sou predominantemente herbívoro e preciso ser </em><em>alimentado</em><em> como tal para ter saúde.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Talvez, comer menos, comer com moderação, sem desperdícios, apoiar as criações free-range, caipiras e as culturas livres de agrotóxicos, seja um bom caminho.</p>
<p style="text-align: justify;">Michael Pollan, em <strong><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/1978225/o-dilema-do-onivoro/?pac_id=25371&amp;utm_source=BuscapeSaraiva&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_term=Ci%EAncias%20Humanas%20e%20Sociais&amp;utm_campaign=O%20Dilema%20do%20On%EDvoro" target="_blank">“O Dilema do Onívoro”</a></strong>, já mostrou que deixar de comer carne não é a solução.</p>
<p style="text-align: justify;">Para concluir a discussão, não deixe de assistir ao divertido vídeozinho abaixo &#8211; que traz valiosas informações sobre o impacto do consumismo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3c88_Z0FF4k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/3c88_Z0FF4k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Biscoito de Cenoura com Manjericão</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 03:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[biscoito]]></category>
		<category><![CDATA[biscoito canino]]></category>
		<category><![CDATA[cenoura]]></category>
		<category><![CDATA[manjericão]]></category>
		<category><![CDATA[petisco]]></category>
		<category><![CDATA[receita]]></category>
		<category><![CDATA[receita caseira de biscoito para cães]]></category>

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		<description><![CDATA[Receita original do Cachorro Verde! Ingredientes: 1/2 cenoura picada 1 xícara de água 1 ovo inteiro 1 colher de sopa de manteiga em temperatura ambiente ou levemente derretida 1 colher de chá de azeite de oliva 1 pitada de sal algumas folhinhas de manjericão fresco e lavado farinha de centeio integral ou farinha de aveia integral [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Receita original do Cachorro Verde!</p>
<h3>Ingredientes:</h3>
<ul>
<li>1/2 cenoura picada</li>
<li>1 xícara de água</li>
<li>1 ovo inteiro</li>
<li>1 colher de sopa de manteiga em temperatura ambiente ou levemente derretida</li>
<li>1 colher de chá de azeite de oliva</li>
<li>1 pitada de sal</li>
<li>algumas folhinhas de manjericão fresco e lavado</li>
<li>farinha de centeio integral ou farinha de aveia integral &#8211; o suficiente para dar ponto na massa (+/- 2 xícaras)</li>
<li>algumas gotinhas de óleo comum</li>
</ul>
<h3>Preparo:</h3>
<p>Cozinhe a cenoura na água por cerca de 20 minutos (ou até a água da panela secar).</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1678" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1678"><img class="aligncenter size-full wp-image-1678" title="CRW_5828" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/07/CRW_5828-e1280459742789.jpg" alt="" width="401" height="267" /></a></p>
<p>Bata a cenoura cozida no mixer até ela virar um purê.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1679" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1679"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1679" title="CRW_5834" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/07/CRW_5834-e1280459825420.jpg" alt="" width="400" height="266" /></a></p>
<p>Junte o ovo, a manteiga, o azeite, o sal e o manjericão. Bata novamente até a mistura ficar homogênea.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1680" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1680"><img class="size-full wp-image-1680  aligncenter" title="CRW_5837" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/07/CRW_5837-e1280459893858.jpg" alt="" width="401" height="267" /></a></p>
<p>Comece a acrescentar a farinha aos poucos, misturando bem.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1681" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1681"><img class="size-full wp-image-1681  aligncenter" title="CRW_5844" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/07/CRW_5844-e1280459969656.jpg" alt="" width="401" height="267" /></a></p>
<p>Quando a mistura adquirir uma consistência sólida comece a misturar com as mãos, e continue acrescentando farinha até a massa parar de grudar nos dedos.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1682" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1682"><img class="size-full wp-image-1682  aligncenter" title="CRW_5855" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/07/CRW_5855-e1280460024445.jpg" alt="" width="401" height="267" /></a></p>
<p>Estique a massa com um rolo, deixando-a com mais ou menos 0,5cm de altura. Corte a massa com cortadores de biscoito.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1683" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1683"><img class="size-full wp-image-1683  aligncenter" title="CRW_5859" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/07/CRW_5859-e1280460074335.jpg" alt="" width="401" height="267" /></a></p>
<p>Posicione os biscoitos cortados em uma assadeira rasa levemente untada com algumas gotas de óleo.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1684" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1684"><img class="size-full wp-image-1684  aligncenter" title="CRW_5794" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/07/CRW_5794-e1280460120113.jpg" alt="" width="401" height="267" /></a></p>
<p>Leve ao forno pré-aquecido para assar por mais ou menos 10 minutos ou até a face de baixo dos biscoitos ficar dourada.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-1685" href="http://cachorroverde.com.br/site2009/?attachment_id=1685"><img class="aligncenter size-full wp-image-1685" title="CRW_5876" src="http://cachorroverde.com.br/site2009/wp-content/uploads/2010/07/CRW_5876-e1280460174379.jpg" alt="" width="401" height="267" /></a></p>
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		<title>Composteira de fezes caninas, e composteira à prova de cães</title>
		<link>http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=1653</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 22:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Traduções]]></category>
		<category><![CDATA[Composteira para fezes de cachorro; compostagem cocô de cães e gatos ; digestor para cocô de cão e gato]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://cachorroverde.com.br/site2009/?p=1653</guid>
		<description><![CDATA[Sempre me surpreendo ao ler revistas como The Bark, BellaDog, Natural Dog e Dog Fancy, repletas de matérias criativas, arejadas e úteis. Sou jornalista formada, trabalhei durante cerca de três anos na revista Cães &#38; Cia, e tiro o chapéu para essas publicações. É pena que nós cachorrófilos brasileiros não tenhamos um veículo semelhante na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sempre me surpreendo ao ler revistas como <strong><a href="http://www.thebark.com/content/magazine" target="_blank">The Bark</a></strong>, <strong><a href="http://www.belladogmagazine.com/" target="_blank">BellaDog</a></strong>, Natural Dog e <strong><a href="http://www.dogchannel.com/dog-magazines/dogfancy/dog-fancy-august-1008.aspx" target="_blank">Dog Fancy</a></strong>, repletas de matérias criativas, arejadas e úteis. Sou jornalista formada, trabalhei durante cerca de três anos na revista Cães &amp; Cia, e tiro o chapéu para essas publicações. É pena que nós cachorrófilos brasileiros não tenhamos um veículo semelhante na língua portuguesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto esse dia não chega, vou traduzindo e publicando matérias que, acredito, despertarão o interesse de muitos proprietários de pets conscientes. Como o artigo  abaixo, com a dupla tarefa de ensinar o leitor a montar uma composteira para fezes de cachorro, e uma caixa para manter sua composteira de vegetais à salvo das peraltices caninas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3067/3018980809_e865e859ab.jpg" alt="" width="500" height="340" /></p>
<p style="text-align: center;">Maya no parque do Ibirapuera</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Dois projetos &#8220;verdes&#8221; imperdíveis e descomplicados para seu jardim</h2>
<p style="text-align: justify;">Texto: Tom Barthel<br />
Ilustrações: Thomas Kimball<br />
Tradução: Sylvia Angélico</p>
<p style="text-align: justify;">Se você ama seu cão e o meio ambiente, seja verde e faça você mesmo. Com apenas algumas simples ferramentas, produtos básicos, e um pouco de suor, você pode transformar seu jardim em um oásis natural que nutre a Terra e o cão que você ama.</p>
<p style="text-align: justify;">Você vai levar menos que um final de semana para montar cada um desses projetos e acrescentará muito à qualidade de vida do seu pet e ao meio ambiente local. Ao criar seu próprio fertilizante orgânico com os excrementos de seu cão, você gera soluções simples que trarão mais harmonia ao seu quintal!</p>
<h3 style="text-align: justify;">Digestor de cocô de cachorro</h3>
<p style="text-align: justify;">Cocô acontece. Faz parte da posse de cães. De fato, cada um dos 77.5 milhões de cães dos Estados Unidos produz em média 137 quilos de cocô por ano, sendo que a maior parte acaba em sacos plásticos que levam anos para se decompôr no lixão local. Em vez de contribuir para esse cenário, experimente construir sua própria composteira no jardim.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns simples passos convertem a sujeira da Mãe Natureza em bioprodutos inofensivos que retornam ao solo. Esse hábito ecológico não apenas te poupa de manusear as fezes, como é melhor para o meio ambiente, já que preserva a fonte d&#8217; água mais próxima da contaminação de parasitos que podem infestar as fezes caninas.</p>
<p style="text-align: justify;">Cocô canino compostado não deve ser utilizado na horta dos legumes, verduras ou frutas que você irá consumir, porque pode ainda conter micróbios e parasitos prejudiciais aos humanos. Mas você pode facilmente criar uma unidade fechada onde o cocô pode se decompôr naturalmente, longe da vista e dos narizes.</p>
<p style="text-align: justify;">Você vai precisar de:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Um cesto de lixo com tampa</li>
<li>Cascalho (um saco)</li>
<li>Composto ou enzimas para limpeza de tanques sépticos</li>
<li>Cal ou bicarbonato de sódio</li>
<li>Furadeira elétrica com ponta de 1/4 de polegada</li>
<li>Pá</li>
<li>Tinta em spray</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4092/4838521745_c9ffc9d6b9_b.jpg" alt="" width="383" height="604" /></p>
<h3 style="text-align: justify;">Instruções:</h3>
<p style="text-align: justify;">Um receptáculo, de preferência de plástico, com uma tampa seladora é essencial para um jardim com crianças e pets ativos, já que eles podem facilmente cair dentro de um cesto de lixo destampado. Certifique-se de que a tampa está firmemente presa após cada uso. Cestos de lixo maiores para área externa tipicamente têm dois tamanhos: 50 e 100 litros. Mas há menores. Escolha o tamanho do cesto de acordo com o número e o porte de pets que você tem em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Selecione um canto de seu jardim que seja de fácil acesso. Vire o cesto de cabeça para baixo, coloque-o no local selecionado e borrife um círculo de tinta em volta do bocal, desenhando a forma no solo.  Usando essa forma como guia, cave um buraco com a profundidade do cesto de lixo, deixando espaço suficiente no topo para levantar e recolocar a tampa do lixo. Não cave onde houver sistema hidráulico ou outras estruturas subterrâneas. Vá sentindo à medida que cava, retirando apenas solo suficiente para permitir o preciso encaixe do cesto de lixo. Com a furadeira, faça diversos furos no fundo do cesto para permitir uma boa drenagem e posicione o cesto dentro do buraco. Acrescente uma camada de cascalho no fundo do cesto.</p>
<p style="text-align: justify;">Recolha as fezes de seu cão e coloque dentro da composteira. Tampe firmemente. Uma vez por semana, levante a tampa e polvilhe composto ou enzimas (encontradas na loja de construção mais próxima ou em lojas de jardinagem) obedecendo as instruções da embalagem. Acrescente uma camada de cal ou bicarbonato de sódio periodicamente se o odor estiver incomodando.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4104/4839139744_7fdc2a5fc3_b.jpg" alt="" width="307" height="720" /></p>
<p style="text-align: center;">Compost enzyme = enzimas para compostagem; Baking Soda = bicarbonato de sódio</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Composteira à prova de cachorros</h2>
<p style="text-align: justify;">A compostagem de resíduos do jardim e de restos vegetais é uma excelente maneira de cuidar do Planeta e de, ao mesmo tempo, produzir fertilizante de qualidade para o jardim. O único inconveniente é que a maioria dos cães também adora a ideia. Como eles podem resistir a uma pilha de lixo maturando e se decompondo no sol? Para manter seu cão longe da composteira, você pode construir uma caixa protetora simples, à prova de cachorros.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de uma gaiola básica com laterais removíveis que contém a pilha de lixo ao mesmo tempo em que permite que os raios solares e a água das chuvas operem sua magia. E é claro: também evita escavações indesejadas e o ato de rolar sobre a sujeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Você vai precisar de:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ripas de madeira (aquelas para caixote)</li>
<li>Tela de viveiro</li>
<li>Grampos galvanizados para madeira (1 caixa com 50 unidades)</li>
<li>Parafusos grandes para uso externo</li>
<li>Trincos para caixa</li>
<li>2 dobradiças para portão</li>
<li>Martelo</li>
<li>Serra</li>
<li>Tesoura/alicate para cortar metal</li>
<li>Furadeira elétrica com ponta de chave de fenda</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4144/4839133378_e99cc28570_b.jpg" alt="" width="519" height="473" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">2&#8242; x 4&#8243; = ripas de madeira; fencing staples = grampos; hardware cloth = tela de viveiro; 2&#8242; x 4&#8243; cross brace = ripa de madeira usada internamente para dar suporte</p>
<h3 style="text-align: justify;">Instruções:</h3>
<p style="text-align: justify;">Construa uma moldura de 1 metro por 1 metro com ripas de madeira, aparafusando os quatro lados com parafusos compridos e resistentes. Meça diagonalmente de um canto ao outro para descobrir que comprimento deve ter a ripa suporte que vai por dentro. Serre uma ripa e posicione-a na diagonal, prendendo-a à moldura com parafusos. Desenrole a tela de viveiro sobre toda a moldura e corte-a no tamanho desejado usando a tesoura ou alicate de cortar metal. Com os grampos e o martelo prenda a tela de viveiro. Repita esses passos para montar os outros seis lados da caixa.</p>
<p style="text-align: justify;">Prenda cada um dos quatro lados da caixa com quatro trincos. É muito mais fácil virar a pilha de compostagem quando você consegue remover mais de um lado, expondo mais da pilha e permitindo mais espaço para a manobra necessária de revirar o material.  Além disso, quando seu lote estiver completo, o cultivo da compostagem é muito mais fácil se você consegue acessá-lo de todos os lados. Use a moldura final como tampa, prendendo-o a um lado da caixa com dobradiças resistentes. A caixa modular, completa para compostagem, pode ser facilmente desmontada para tarefas de manutenção ao mesmo tempo em que impede que seu pet mergulhe na pilha.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao criar uma pilha para compostagem, procure fazer a seguinte combinação: uma parte de resíduos vegetais (restos de grama aparada, restos de verduras, legumes e frutas, etc), e duas partes de resíduos marrons (serragem, folhas mortas, jornal picado, etc). Mantenha as peças da pilha pequenas, do tamanho de uma moeda de 1 real, com a exceção das folhas, que podem ser usadas em seu tamanho natural. Umedeça a pilha (se não tiver chovido recentemente) e revire tudo com uma pá ou ancinho para incorporar oxigênio pelo menos uma vez a cada dois dias. Com sol, água e oxigênio, um rico composto se formará em quatro semanas. Espalhe-o no gramado ou no canteiro de flores ou horta de legumes e verduras para empregá-lo como um fertilizante 100% natural e de baixo custo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://farm5.static.flickr.com/4153/4839133134_04c2f92306_b.jpg" alt="" width="490" height="420" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ainda que você seja minimamente habilidoso com ferramentas e não seja adepto do faça-você-mesmo, construções simples como essas estão bem dentro do seu alcance. Que tal colocar as mãos à obra nesse final de semana e fazer uma grande diferença para seu cão e para o meio ambiente?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.tombarthel.com/" target="_blank"><strong>Tom Barthel</strong></a> é um mestre em jardinagem de Lansing, Michigan, e escritor autônomo especialista em assuntos relacionados a cães e jardins.  Seu livro mais recente é <strong><a href="http://www.amazon.com/Dogscaping-Creating-Perfect-Backyard-Garden/dp/1933958332/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1280351129&amp;sr=8-1" target="_blank">Dogscaping: Creating the Perfect Backyard and Garden for You and Your Dog</a></strong>, da editora BowTie, 2010, algo como &#8220;Paisagismo para Cães: Criando o Quintal e Jardim Perfeitos para Você e Seu Cão&#8221; em português, inédito no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Material original: </strong>&#8220;Two Green Must-Haves: Easy DIY projects for your backyard&#8221; &#8211; artigo escrito por Tom Barthel e publicado na revista Natural Dog+<a href="http://www.dogchannel.com/dog-magazines/dogfancy/dog-fancy-august-1008.aspx" target="_blank"><strong>Dog Fancy</strong></a><strong>, </strong>verão de 2010, págs 24, 26, 28 e 30.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Regras do Quiz “Adivinhe a Raça”</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 17:36:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Off-topic]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Adivinhe a Raça&#8221; é um jogo promovido pelo site Cachorro Verde praticado via Twitter. A primeira edição ocorreu em janeiro de 2010. E a segunda edição começa hoje, dia 26 de julho. Como faço para participar? 1. Para participar, você precisa seguir o twitter do Cachorro Verde. 2. O jogo começa hoje, dia 26 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;Adivinhe a Raça&#8221; é um jogo promovido pelo site <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br" target="_blank">Cachorro Verde</a></strong> praticado via Twitter. <a href="http://www.twitpic.com/1ht9gl" target="_blank"><strong>A primeira edição</strong></a> ocorreu em janeiro de 2010. E a segunda edição começa hoje, dia 26 de julho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como faço para participar?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1. Para participar, você precisa seguir o <strong><a href="http://twitter.com/cachorro_verde" target="_blank">twitter do Cachorro Verde</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">2. O jogo começa hoje, dia 26 de julho. Mas até que seja encerrado, nunca é tarde para começar a participar.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Fique de olho. Todos os dias &#8211; com exceção de sábado e domingo &#8211; publicaremos no Twitpic (página de fotos do Twitter, dentro da conta do Cachorro Verde), uma foto de um cão adulto ou filhote cuja raça você deve identificar.</p>
<p style="text-align: justify;">4. <strong>Cada participante tem direito a um único palpite.</strong> Se mais de um palpite por participante for postado na página, ambos os palpites serão anulados e deletados para o quiz do dia. Portanto, pense bem antes de postar seu palpite. Mas não demore muito.</p>
<p style="text-align: justify;">5. O primeiro participante a acertar corretamente a raça canina, ganha 1 ou 2 pontos, dependendo do grau de dificuldade da foto. A pontuação de cada quiz é informada na página de publicação da foto.</p>
<p style="text-align: justify;">6. <strong>É fundamental acertar a grafia da raça.</strong> Exemplo: se a foto é de um cão da raça Dachshund ou Teckel, respostas como &#8220;Basset&#8221;, &#8220;Bassê&#8221;, &#8220;Linguicinha/Salsichinha&#8221; não serão consideradas. Aceitamos a grafia informada nos seguintes sites de entidades cinófilas oficiais:  <strong><a href="http://www.cbkc.com.br/" target="_blank">Condeferação Brasileira de Cinofilia</a></strong>, <strong><a href="http://www.fci.be/" target="_blank">Federação Cinológica Internacional</a></strong> e <strong><a href="http://www.akc.org/" target="_blank">American Kennel Club</a></strong>. Vale escrever o nome oficial em português (CBKC) ou inglês (AKC ou FCI). Se o nome de origem da raça não for em português ou inglês, opte pela tradução do nome para português brasileiro ou inglês aceita pelos órgãos citados. E preste bastante atenção porque mesmo uma letrinha fora do lugar pode invalidar seu palpite!</p>
<p style="text-align: justify;">7. <strong>É fundamental postar sua resposta no espaço para comentários da página onde a foto foi publicada.</strong> Respostas publicadas no Twitter, mesmo estando corretas, não serão consideradas.</p>
<p style="text-align: justify;">8. O primeiro participante a completar 30 pontos ganhará um exclusivo brinde do Cachorro Verde, a ser definido ao término da 2a edição do quiz. O segundo colocado, independemente da sua pontuação, também será agraciado com uma lembrança do site.</p>
<p style="text-align: justify;">9. Prepare-se para se surpreender com algumas revelações. A diversão dessa brincadeira está justamente no fato de muitas raças caninas se parecerem. Mantenha o espírito esportivo e não desanime! Se você não ganhou hoje, certamente vencerá pontos nas próximas oportunidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Participe!</p>
<p style="text-align: justify;">Boa sorte a todos!</p>
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		<title>Alimentação Natural x Vômitos</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 03:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dúvidas]]></category>
		<category><![CDATA[Instruções]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Veterinária]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro vomitando]]></category>
		<category><![CDATA[homeopatia para cachorro que vomita]]></category>
		<category><![CDATA[vômito em cão]]></category>
		<category><![CDATA[vômito em gato]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: www.gradinggirl.com &#8220;Introduzi a dieta de acordo com as recomendações do site, mas meu cão ocasionalmente vomita os meaty bones (ossos carnudos) ou a carne. O que pode estar acontecendo?&#8221; ou &#8220;Meu cão recebe Alimentação Natural há meses e nunca teve problemas. Mas, de uns tempos pra cá ele passou a vomitar de vez em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img style="width: 213px; height: 375px;" src="/cachorroverde/cmsimages/nausea(1).jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;">Fonte: <a href="www.gradinggirl.com " target="_blank">www.gradinggirl.com </a></p>
<p><em>&#8220;Introduzi a dieta de acordo com as recomendações do site, mas meu cão ocasionalmente vomita os meaty bones (ossos carnudos) ou a carne. O que pode estar acontecendo?&#8221; </em></p>
<p style="text-align: justify;">ou</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Meu cão recebe Alimentação Natural há meses e nunca teve problemas. Mas, de uns tempos pra cá ele passou a vomitar de vez em quando os meaty bones ou a carne. O que posso fazer?&#8221;</em></p>
<h3 style="text-align: justify;">Regurgitação?</h3>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, é preciso diferenciar vômito de regurgitação, uma distinção importante para entender o que está acontecendo. Regurgitação é a &#8220;devolução&#8221; imediata do alimento. O cão acaba de engolir a comida e ela volta, inteirinha, sem nenhum sinal de digestão. O cão não parece apresentar nenhum desconforto após regurgitar. Pelo contrário. A maioria cheira o alimento expelido e volta a comê-lo com a maior naturalidade, como se nada tivesse acontecido.</p>
<p style="text-align: justify;">A regurgitação é um processo simples e fisiológico que envolve basicamente o esôfago, tubo por onde a comida desliza em direção ao estômago. É um mecanismo de defesa do organismo. O alimento mal mastigado ou engolido às pressas sofre as fortes contrações do esôfago na direção contrária e é sumariamente devolvido. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, regurgitar ocasionalmente não traz problemas para o animal. Não se trata de um processo patológico (doença) e não vem acompanhado por outros sintomas, como diarréia, dor e prostração.</p>
<p style="text-align: justify;">Devolver o alimento pode ocorrer principalmente durante as primeiras semanas de introdução da dieta natural. Nesse período, regurgitar meaty bones ou carne pode até ser didático. Cachorros afobados vão aprender que a comida não desce em grandes nacos e/ou sem mastigar. A regurgitação passa a ser preocupante quando ocorre diariamente, impedindo o cão de se alimentar e levando à perda de peso. Se esse for o caso de seu cão, um médico-veterinário deverá ser consultado para que distúrbios esofagianos, como esofagite e megaesôfago (esôfago flácido, incapaz de conduzir o alimento ao estômago), sejam investigados. Observação: cães com megaesôfago podem receber uma versão pastosa da dieta natural.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Minimizando regurgitações ocasionais</h4>
<p style="text-align: justify;">Devolver o alimento de vez em quando não traz problemas aos cães. Mas compreendo que algumas pessoas queiram minimizar essas ocorrências ao máximo. Regurgitações geralmente ocorrem por falta de mastigação ou deglutição de uma grande quantidade de comida rápido demais. E em geral os meaty bones são as peças mais devolvidas. Experimente oferecer peças grandes, impossíveis de engolir de uma vez. Algumas sugestões:</p>
<ul>
<li>Cães de grande porte: asas de peru (são bem grandes), dorso de frango inteiro e peito de boi.</li>
<li>Cães de médio porte: dorso de frango inteiro ou cortado em dois pedaços, asa de frango inteira, pescoço de peru.</li>
<li>Cães de pequeno porte: 1/3 ou 1/4 de dorso de frango, pescoço de frango com cabeça, coxa de frango, pé de frango.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Moral da história: prefira sempre peças maiores, que dêem mais trabalho para comer. Percebo que minha Dachshund Pêlo Longo de 4,5kg mastiga cabeças, pés, coxas e principalmente pedaços de dorso de frango. E não mastiga bem pescoços sem cabeça. Meu Pastor de Shetland (9,5kg) mastiga tudo, mas pescoço ele engole com menos trabalho. E o mesmo vale para nossas Goldens: praticamente engolem pescoços, mastigam um pouco asas e coxas, e passam mais tempo quebrando dorsos de frango inteiros e asas de peru. Entretanto, como raramente temos regurgitações, oferecemos um rodízio de todas essas peças a eles.</p>
<p style="text-align: center;"><img src="/cachorroverde/cmsimages/skonbull1.jpg" alt="" width="319" height="400" /></p>
<p style="text-align: center;">Ofereça peças que incentivam a mastigação<br />
Fonte: <strong><a href="http://www.skonbull.com" target="_blank">www.skonbull.com</a></strong></p>
<h3>Vômito?</h3>
<p style="text-align: justify;">Vômito é um processo mais complicado que a regurgitação e em geral merece mais atenção. Vomitar envolve o estômago (e muitas vezes o intestino também), os músculos abdominais, o esôfago e o sistema nervoso central. Horas depois de se alimentar, o cão demonstra não se sentir bem e dá início a um ritual. Fica agitado, andando de um lado para o outro. Procura um cantinho. Começa a salivar, a ter contrações involuntárias na região do abdômen e ânsia de vômito. O cão finalmente expele o alimento digerido ou parcialmente digerido e acompanhado por líquidos estomacais e/ou intestinais, como &#8220;espuma&#8221;, secreções amareladas ou esverdeadas (bile).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando levar o pet que vomita ao veterinário?</h4>
<p style="text-align: justify;">Se aconteceu apenas uma vez, isoladamente, e o animal parece estar bem, sem sinais de febre, diarréia ou prostração, não é motivo para preocupação. Mas sempre que um cão ou gato vomitar três ou mais vezes em um dia, ou por dois ou mais dias seguidos, o veterinário deverá ser consultado. Doenças virais e bacterianas de curso agudo podem provocar vômitos consecutivos, o que pode deixar o animal rapidamente desidratado e debilitado. Vômitos contínuos são emergência médica &#8211; leve o pet ao veterinário imediatamente.</p>
<h3>Vômito isolado</h3>
<p style="text-align: justify;">Em geral, o vômito isolado, aquele que não traz prejuízos ao animal e que acontece raramente, geralmente decorre de:</p>
<ul>
<li>mudança brusca na dieta;</li>
<li>transtornos emocionais;</li>
<li>ingestão de grama, areia, água do mar, insetos, pêlos, etc, ou objetos</li>
</ul>
<h4 style="text-align: justify;">Como agir em caso de vômito isolado?</h4>
<p style="text-align: justify;">Se o animal estiver bem, disposto, bebendo água, brincando, não é necessário levá-lo ao veterinário. Com algumas medidas, você mesmo pode acalmar o estômago do seu pet.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Suspenda a comida. Nessas horas, a maioria dos donos faz justamente o oposto: fica tentando oferecer vários tipos de comidinhas diferentes ao pet, para ver se ele come. Não faça isso. O estômago precisa ser poupado para se recuperar do mal estar. Você não levaria um cão que torceu a pata para correr no parque, não é mesmo? Ele precisa repousar. Com o estômago é a mesma coisa. A melhor maneira de acalmar o estômago é promovendo um jejum de 12 a 24 horas. Não se preocupe: o jejum não fará mal algum ao seu cão. Ele não emagrecerá e não ficará debilitado. Na natureza os lobos jejuam entre as caçadas e acredita-se que isso fortaleça seu organismo. Se ele ficar atrás de você pedindo comida, convide-o para brincar ou escove-o.</li>
<li style="text-align: justify;">Maneire na quantidade de água oferecida. Vomitar dá sede, mas beber um monte de água de uma vez deixará o estômago ainda mais mareado e o pet poderá vomitar toda a água. O melhor a fazer é oferecer pequenas quantidades de água a cada 20-30 minutos. Uma colher de sopa de água ou um cubo de gelo por vez, para ele ir lambendo, são boas opções. É importante que ele ingira água, para se manter hidratado.</li>
<li style="text-align: justify;">Após jejum de no mínimo 12 horas, ofereça uma refeição leve dividida em várias pequenas porções ao longo do dia. Uma opção consagrada é a canja de frango feita com arroz branco cozido bem molinho, em papa, um pouco de peito de frango cozido, um fio de azeite (ou outro óleo vegetal) e um pouco de cenoura bem cozida (opcional). Essa dieta pode ser mantida por um ou dois dias. Reintroduzida gradativamente a dieta anterior a fim de não irritar o estômago. Para obter dicas de como voltar com a dieta natural para cães, <a href="http://www.cachorroverde.com.br/adaptacao.php" target="_blank"><strong>clique aqui</strong>;</a> e para gatos, <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/adaptacaogatos.php" target="_blank">clique aqui</a></strong>.</li>
<li style="text-align: justify;">Em <strong><a href="http://www.amazon.com/Pitcairns-Complete-Guide-Natural-Health/dp/157954973X/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1279835143&amp;sr=8-1" target="_blank">seu livro</a></strong>, Dr. Richard Pitcairn,  médico-veterinário norte-americano homeopata e Ph.D em Imunologia, dá a dica de um bom remédio homeopático para vômitos. O rmedicamento fará efeito mesmo que o cão vomite em seguida, já que é rapidamente absorvido pela mucosa oral. É a Ipeca (feito de raiz de ipecacuanha) na potência 6CH. Pingue 5-6  gotasna boca do pet. Outro remédio homeopático útil, talvez mais fácil de encontrar que a Ipeca, é o <em>Nux vomica</em>, na potência 12CH. Administre 5 gotas ou glóbulos, três vezes ao dia. Remédios homeopáticos são encomendados em farmácias homeopáticas. Observação: o tratamento homeopático não tem contra-indicações.</li>
<li style="text-align: justify;">O livro <strong><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2908587/primeiros-socorros-para-caes-e-gatos/?ID=C95102657DA0716122A0F0369" target="_blank">Primeiros Socorros para Cães e Gatos</a></strong>, de Amy D. Shojai, passa uma orientação geral interessante para gatos que vomitam de vez em quando, com bom estado geral: &#8220;dê Kaolin/Pectina. Você poderá dar de 1 a 2 colheres de chá para cada 5kg de peso, a cada seis horas, mas não o use por mais de um dia.&#8221; Kaolin/Pectina é encontrado em farmácias de manipulação e drogarias.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Vômitos ocasionais, porém regulares</h3>
<p style="text-align: justify;">Alguns pets apresentam um episódio de vômito por semana, por quinzena ou mesmo por mês, regularmente. Em geral, aparentam estar bem e não apresentam outros sintomas. Casos assim merecem ser investigados junto ao médico-veterinário e na grande maioria das vezes têm solução. Veja abaixo as principais hipóteses para esse tipo de vômito. Procure descartar as possibilidades nessa ordem, que é do contratempo mais fácil ao mais complicado de se resolver.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Introdução brusca da Alimentação Natural</h4>
<p style="text-align: justify;">Novas dietas precisam ser introduzidas gradativamente. Sim, existem casos bem-sucedidos de mudanças bruscas de dieta. Mas não recomendo, uma vez que a Alimentação Natural tem um pH, uma composição, um perfil de microorganismos e uma textura muito diferentes de qualquer ração ou mesmo de uma dieta caseira cozida tradicional. Sabe o piriri que acomete viajantes que abusam da exótica gastronomia local? Pois é,  o mesmo pode acontecer quando o pet migra abruptamente de um cardápio para outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Como a maioria dos donos não promove o jejum que restaura o estômago às condições originais, os vômitos vão ficando crônicos. Se você acha que não introduziu corretamente a dieta natural de seu pet, suspenda a comida por no mínimo 12 horas, maneire na água (mas mantenha o pet hidratado), ofereça a canja de frango por alguns dias e promova uma reintrodução cuidadosa da Alimentação Natural, tal como recomendamos <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/adaptacao.php" target="_blank">para cão</a></strong> ou <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/adaptacaogatos.php" target="_blank">para gato</a></strong>.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Abrasividade</h4>
<p style="text-align: justify;">A Alimentação Natural, com seus meaty bones, peixes inteiros, etc, é uma dieta relativamente abrasiva. Isso é bom porque imita a dieta ancestral dos canídeos e felinos selvagens e ajuda manter os dentes limpos e as mandíbulas fortes, já que os pets precisam mastigar essas peças. Entretanto, o estômago mais sensível de alguns cães e gatos pode estranhar os ossos. Felizmente, e posso citar um caso que vivenciei em casa, além de dezenas de outros que acompanhei por e-mail, esse problema tem uma solução tranquila.</p>
<p style="text-align: justify;">Minhas duas Goldens, que têm idades diferentes, quando filhotinhas começaram a apresentar vômitos de madrugada.  Um único vômito de madrugada, todas as noites. Nenhum vômito de dia ou de tarde. Como o estado geral delas era bom, julguei que por qualquer motivo a digestão delas à noite não andava às mil maravilhas. E passei a oferecer no jantar meaty bones mais molinhos, como pescoço de frango com cabeça, triturados no nosso pequeno processador de alimentos. Dito e feito. Nada de vômitos noturnos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mantive o jantar de meaty bones moídos por uma semana &#8211; nas demais refeições elas continuavam a receber outros meaty bones inteiros &#8211; e gradativamente fui reintroduzindo pescoços cortados em pedaços pequenos, depois em pedaços maiores, e finalmente, inteiros, além de outras peças, como dorsos e asas. Logo, elas estavam comendo a dieta natural à maneira tradicional, sem problemas. Até hoje não sei porque vomitavam de madrugada, mas o problema foi resolvido. Sempre dou essa dica a quem me escreve relatando esse tipo de vômito e em geral temos sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, se após a cuidadosa reintrodução dos meaty bones (de triturados a inteiros), o pet continuar vomitando, pode ser que uma dieta natural com meaty bones sempre moídos ou uma dieta caseira sem ossos seja a solução. Seja como for, não deixe de consultar o veterinário.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Intolerância alimentar</h4>
<p style="text-align: justify;">A Alimentação Natural foi introduzida gradativamente, o pet estava indo super bem, mas de repente começou a apresentar episódios esporádicos de vômito? Suspeite de intolerância alimentar. Não é o mesmo que hipersensibilidade (ou alergia) alimentar. Essa última em geral provoca sintomas dermatológicos, como coceira, queda de pêlos, vermelhidão e infecção da pele e está relacionada com o sistema imunológico. A intolerância alimentar é um fenômeno do trato digestório, que não envolve a imunidade e que provoca vômitos e/ou diarréia.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns cães são intolerantes a frango, outros a carne bovina. Mas teoricamente, qualquer alimento pode desencadear intolerância.  É algo pessoal, do indivíduo. Para descobrir se esse é o caso de seu pet, converse com o médico-veterinário sobre a oferta de uma <strong><a href="http://www.pedigree.com.br/downloads/waltham/premio/3lugar.pdf" target="_blank">dieta de eliminação</a></strong>. Trata-se de uma alimentação restrita, geralmente composta por uma fonte de proteína que o pet nunca tenha comido e uma fonte de carboidrato, como batata-doce ou arroz cozidos (dispensável para gatos, carnívoros estritos).</p>
<p style="text-align: justify;">Essa dieta não é adequada para filhotes, gestantes, lactantes e animais doentes, e deve ser oferecida por pelo menos 4 semanas sem interrupção. Durante esse período nenhum outro alimento deve ser oferecido ou todo o esforço terá sido em vão. Os vômitos pararam? O animal provavelmente sofria mesmo de uma intolerância alimentar. Nesse caso, reintroduza frango ou carne bovina &#8211; um de cada vez, com pelo menos uma a duas semanas de intervalo &#8211; à dieta e observe. Ele vomitou? Provavelmente esse é o alimento deflagrador do vômito. Gradativamente &#8211; percebeu que &#8220;gradativamente&#8221; é palavra de ordem para um estômago feliz, né? &#8211; reintroduza uma versão da dieta natural que exclua o(s) alimento(s) problemático(s).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><img src="/cachorroverde/cmsimages/alerta.jpg" alt="" width="470" height="157" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<h3>Outras causas</h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dieta não balanceada:</strong> excesso de ossos, de vegetais ou de gordura pode provocar vômitos nos animais. Procure seguir as orientações que sugerimos no site para formular e compor a dieta do seu melhor amigo. Algumas raças caninas, como Buldogue Francês e Pug, podem ser intolerantes a gordura. Se você tem um cãozinho desses e ele apresenta vômitos crônicos, experimente reduzir o teor de gorduras e/ou de fibras da dieta.  Para isso, consulte seu médico-veterinário e/ou entre em contato conosco por e-mail (contato@cachorroverde.com.br)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Emocional: </strong>alguns pets vomitam porque estão estressados. Há alguns anos, adotamos uma gatinha que vomitava regularmente. Foi examinada, fizemos endoscopia, ultrassom, mudamos a dieta e não encontrávamos uma causa. Ela era incrivelmente medrosa e a convivência com nossos outros dois gatos parecia estressá-la. Uma veterinária conhecida nossa que havia perdido seu gato recentemente se ofereceu para adotá-la. E não é que os vômitos pararam? Para casos assim, é provável que Homeopatia e/ou Florais de Bach ou de Saint Germain também ajudassem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Corpo estranho:</strong> a Sheltie de uma amiga nossa apresentava vômitos esporádicos misteriosos. Com Alimentação Natural e Homeopatia esses vômitos se tornaram mais espaçados. Mas continuavam acontecendo e a família da cadelinha foi levando. Certo dia, ela precisou ser submetida a uma radiografia para investigar um problema de coluna que não tinha relação com os vômitos. Na região correspondente ao estômago, os veterinários por acaso visualizaram um objeto retido. A cadelinha tinha um corpo estranho.!Com endoscopia verificaram o que era: um caroço de fruta bizarro que ela havia engolido há muitos meses, antes mesmo de passar a receber dieta natural. Retirado o corpo estranho, ela parou de vomitar e passou até a se mostrar mais feliz e disposta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gastrite crônica:</strong> exames como endoscopia e biópsia investigam a mucosa do estômago e do duodeno. O pet pode sofrer de gastrite/enterite e/ou infecção estomacal, como helicobacteriose (condição causada pela bactéria helicobacter, que pode atacar o estômago &#8211; e que, diga-se de passagem &#8211; não é transmitida pela ingestão de carnes cruas).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ingestão de alimentos tóxicos:</strong> batatas cruas, abacate, linhaça crua, sementes de maçã. <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/proibidos.php" target="_blank">Clique aqui</a></strong> para ver uma lista completa de alimentos que podem intoxicar cães e gatos e entenda porquê essas comidas fazem mal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Administração de certos medicamentos:</strong> fármacos como aspirina, fenilbutazona, ibuprofeno, diclofenaco potássico e sódico (&#8220;cataflam&#8221; e &#8220;voltaren&#8221;), indometacina, naproxeno, piroxicam, meloxicam, flunixina meglumina, carprofeno, etodolaco e corticóides como dexametasona podem provocar distúrbios gástricos nos pets, dependendo da dosagem, do tempo de uso e da sensibilidade do animal. Alguns são mais prejudiciais para cães, outros para gatos. Na dúvida, consulte o veterinário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Doenças: </strong>enfermidades como câncer (de estômago ou em qualquer parte do corpo), doenças renais, hepáticas, intestinais, neurológicas e pancreáticas, quadros de dor, podem fazer o pet vomitar regularmente. Um minucioso check-up com exames laboratoriais e de imagem ajudará a descobrir a causa.</p>
<h3>Referências bibliográficas:</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong><a href="http://www.medvetlivros.com.br/ManualdeMedicinaInternadePequenosAnimaisPocket.aspx" target="_blank">Medicina Interna de Pequenos Animais, Nelson e Couto</a></strong>, 3a edição, 2006.</li>
<li><strong><a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/2908587/primeiros-socorros-para-caes-e-gatos/?ID=C95102657DA0716122A0F0369" target="_blank">Primeiros Socorros para Cães e Gatos</a></strong>, Amy D. Shojai, 2010.</li>
<li><strong><a href="http://www.amazon.com/Pitcairns-Complete-Guide-Natural-Health/dp/157954973X/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1279835143&amp;sr=8-1" target="_blank">Dr. Pitcairn&#8217;s Complete Guide to Natural Health for Dogs and Cats</a></strong>, Richard Pitcairn, DVM, Ph.D, 2005.</li>
<li><strong><a href="http://www.amazon.com/Natural-Health-Bible-Dogs-Cats/dp/0761526730/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1279835302&amp;sr=8-1" target="_blank">Natural Health Bible for Dogs &amp; Cats</a></strong>, Shawn Messonier, DVD, 2001.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!</p>
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		<title>Sushi da Hanna</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 14:38:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sylvia Angélico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[dieta para cachorro com câncer]]></category>
		<category><![CDATA[sushi para cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[Sushi para cães]]></category>

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		<description><![CDATA[Paula é estudante de Med. Veterinária e adepta da Medicina Tradicional Chinesa e da Alimentação Natural para suas queridas cadelas: Hanna (Labrador amarela), Quilla (Labrador chocolate)  e Maia (Basset Hound) &#8211; veja fotos dessas lindas meninas ao final da nossa seção Fotos do Seu Pet Verde. Antes de qualquer coisa, Paula é uma proprietária pró-ativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: justify;"></h1>
<h4 style="text-align: center;"><img src="/cachorroverde/cmsimages/sushis.jpg" alt="" width="430" height="300" /></h4>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Paula é estudante de Med. Veterinária e adepta da Medicina Tradicional Chinesa e da Alimentação Natural para suas queridas cadelas: Hanna (Labrador amarela), Quilla (Labrador chocolate)  e Maia (Basset Hound) &#8211; veja fotos dessas lindas meninas ao final da nossa seção <strong><a href="http://www.cachorroverde.com.br/seupetverde.php">Fotos do Seu Pet Verde</a></strong>. Antes de qualquer coisa, Paula é uma proprietária pró-ativa e criativa e nós do Cachorro Verde a admiramos muito por isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, Paula descobriu que sua Hanna apresenta osteossarcoma (um tipo de câncer particularmente agressivo) no crânio. Determinada a investir no bem-estar da cadela, Paula passou a estudar dietas e alimentos possivelmente benéficos ao quadro. E nos enviou a engenhosa, bonita e saborosa receita abaixo, que, com a autorização dela,  compartilho com vocês.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Observação: </strong>O Sushi da Hanna foi criado tendo em mente as necessidades nutricionais de uma cadela com câncer. Mas por ser natural e altamente nutritivo, pode ser oferecido também a cães saudáveis como petisco ou até como uma refeição, ocasionalmente.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Passo-a-passo para fazer Sushi da Hanna</h3>
<p style="text-align: justify;">Apesar da alga correta para sushi ser a Nori, use a Kombu por seu sabor mais marcante. As algas representam uma boa fonte de vitaminas e minerais essenciais, incluindo cálcio, iodo, ferro e vitaminas C e do Complexo B, principalmente niacina (vitamina B3). Alguns estudos comprovam a eficácia das algas na prevenção de tumores e como antibióticos naturais.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ingredientes:</h4>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Uma embalagem de alga Kombu (dica da autora: se estiver em São Paulo, procure no bairro da Liberdade)</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img src="/cachorroverde/cmsimages/101_0761.jpg" alt="" width="333" height="250" /></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Carne bovina, de frango ou suína moída, crua</li>
<li style="text-align: justify;">Couve-flor &#8211; ou outro legume da preferência de seu cão</li>
<li style="text-align: justify;">Arenque fresco &#8211; ou outro peixe da preferência de seu cão</li>
<li style="text-align: justify;">Wakamé</li>
<li style="text-align: justify;">Um dente de alho fresco, médio</li>
</ul>
<h4 style="text-align: justify;">Instruções:</h4>
<ul>
<li>Corte as algas ao meio &#8211; elas crescem muito depois de hidratadas</li>
<li> Deixe as algas de molho por 20 minutos em uma cuba com água filtrada para amolecê-las</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img src="/cachorroverde/cmsimages/algas_agua.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;"><img src="/cachorroverde/cmsimages/algas_hidratadas.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;">Algas hidratadas</p>
<ul>
<li>Tempere a carne moída com um pouco de alho fresco bem picadinho (cerca de 1/2 a 1/3 de um dente médio de alho para cada 20kg de peso do cão)</li>
<li>Cozinhe a couve-flor no vapor ou em panela com pouca água</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img src="/cachorroverde/cmsimages/couve_flor.jpg" alt="" width="407" height="300" /></p>
<p style="text-align: center;">Couve-flor</p>
<ul>
<li>Cozinhe o aranque com Wakamé</li>
<li>Enrole a carne num pedaço de couve-flor e envolva tudo com a alga. Segundo Paula, &#8220;essa alga é um pouco chatinha para colar, mas cola&#8221;</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img src="/cachorroverde/cmsimages/sushi.jpg" alt="" width="404" height="300" /></p>
<ul>
<li>Espere o arenque esfriar, monte o prato e sirva!</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><img src="/cachorroverde/cmsimages/refeicao.jpg" alt="" width="408" height="300" /></p>
<ul>
<li>Refrigere o que sobrar.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<strong>Observação:</strong> carnes cruas que tenham passado por congelamento em freezer ou congelador por pelo menos 3 dias, não transmitem parasitos intestinais aos pets. Caso prefira, cozinhe levemente ou moderadamente as carnes.</p>
<p style="text-align: justify;">O Cachorro Verde está na torcida pela Hanninha e agradece a Paula por nos disponibilizar sua receita e imagens.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom apetite e uma lambida do Cachorro Verde!</p>
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